Com governo Temer ferido de morte, a coincidência de raciocíno em aguda ironia

 

Viver no Brasil e em Campos, tendo por ofício o jornalismo político, não é para amadores. Entre a tarde e noite de ontem, enquanto tomava ciência das novas delações com gravações do presidente Michel Temer (PMDB) dando sua anuência à compra do silêncio de Eduardo Cunha (PMDB), ex-presidente da Câmara Federal preso na Lava Jato. E, que espanto! Como o resto do país e do mundo sabia da notícia através da coluna do Lauro Jardim pela versão oline do jornal O Globo, símbolo maior da “mídia goslpista”.

Ao mesmo tempo, tinha que me aprofundar na novela jurídica aberta com a decisão na terça do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que permitia a entrada na Câmara Municipal de Campos de seis vereadores condenados pela troca Cheque Cidadão por voto, na eleição de 2016. E da extensão do benefício, ontem, pelo juízo da 100ª Zona Eleitoral de Campos, a outras quatro eleitos no “escandaloso esquema” investigado na Chequinho. Por ser a Folha um jornal regional, com prioridade quase sempre aos assunto locais, tive que me embrenhar na compreensão dessa complicada novela jurídica, ainda longe do fim, para tentar explicá-la (aqui) ao leitor, na edição de hoje da coluna “Ponto Final”.

Chegado à casa só no início da madrugada, pude ler com mais cuidado as notícias e opiniões (relevantes) que pipocavam sobre a situação delicada de Temer, com seu governo ferido de morte, tanto quanto agonizou o da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) no período que antecedeu seu impeachment. Entre as análises séries do quadro de incerteza do Brasil, impossível também não atentar à iorinia mais criativa em cima dos fatos.

E, do que vi, me espantei com a concidência de raciocínio entre duas postagens gaiatas sobre o assunto feitas pelo meu irmão, o empresário e blogueiro Christiano Abreu Barbosa, com duas outras no mesmo tom, mas feitas um pouco depois pelo Ricardo Rangel, diretor de produção da Conspiração Filmes e articulista do mesmo O Globo de Lauro Jardim. Pela agudez da ironia, as quatro rapidamente viralizaram na democracia irrefreável das redes sociais.

Não sem orgulho fraterno, vamos a elas:

 

 

 

 

 

 

 

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