Transporte: MPF investiga protestos na Campos/Vitória, enquanto Campos/Rio é fechada

Hoje de manhã, alegando não terem sido contemplados na nova escala de transporte feita após a expropriação de 30% da frota dos ônibus de Campos, moradores de Ibitioca, às margens do km 80 da BR 101, fecharam a pista nos dois sentidos (foto de Héllen Souza - Folha da Manhã)
Hoje de manhã, alegando não terem sido contemplados na nova escala de transporte feita após a expropriação de 30% da frota dos ônibus de Campos, moradores de Ibitioca, às margens do km 80 da BR 101, fecharam a pista nos dois sentidos (foto de Héllen Souza – Folha da Manhã)

 

Não foi só o Ministério Público Estadual (MPE), na pessoa do promotor Marcelo Lessa, que entrou na ofensiva contra a crise no transporte público do município. Hoje, também o Ministério Público Federal (MPF) de Campos, através do procurador Eduardo Santos Oliveira, decidiu abrir uma investigação criminal para apurar as manifestações que têm fechado a BR 101, uma rodovia federal,  para protestar contra a falta de ônibus, especificamente os realizados pela comunidade do bairro Parque Aeroporto. Levantando até a Lei nº 7.170/83, de Segurança Nacional, ele quer ouvir os presidentes do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Cargas e Passageiros, Roberto Virgilio Duarte; do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Campos (Setranspas), José Maria Matias, proprietário da São João; e o presidente da associação de moradores do Pq. Aeroporto (confira aqui).

Enquanto isso, só hoje, não na altura do Pq. Aeroporto (sentido Campos/Vitória), mas na localidade de Ibitioca (Campos/Rio), cujos moradores não foram contemplados com a escala de ônibus feita pelo governo Rosinha, a partir da expropriação na quarta de 30% da frota das empresas, e fecharam a BR 101, nas duas pistas no sentido Campos/Rio, ateando fogo em pneus e galhos. A primeira manifestação, na manhã de hoje, interditou por duas horas a rodovia no km 80,e só acabou com a chegada da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e após fogo ser controlado pelos Bombeiros. Dividida em pontos diferentes, à tarde foram quatro outras manifestações na BR 101: no km 79, a pista foi liberada às 17h; no km 82, às 17h51; no km 80, às 18h; enquanto no km 100, a principal rodovia do país ainda se encontra bloqueada, neste exato momento, nos dois sentidos. O engarramento nos protestos chegou 12 quilômetros.

Conheça abaixo a abertura da investigação criminal sobre os protestos na BR 101, por parte do MPF de Campos:

 

 

 

 

 

 

Atualizado às 18h29.

 

Hospital Evangélico de Itaperuna terá pedra fundamental lançada

Maquete do Hospital Evangélico (assessoria Igreja Tanque de Betesda)
Maquete do Hospital Evangélico de Itaperuna (assessoria Igreja Tanque de Betesda)

 

O Hospital Evangélico de Itaperuna já é realidade. No dia 10 de maio, data do aniversário da cidade, será lançada a pedra fundamental do Hospital com a presença de diversas autoridades. Na última segunda, dia 28, a diretoria do Hospital se reuniu com pastores e lideranças evangélicas de Itaperuna e região para apresentar a maquete do hospital e convocar a todos a se envolverem nesse projeto.

Cerca de 60 pastores e líderes participaram da reunião seguida de um coquetel e tiveram a oportunidade de conhecer o projeto e tirarem as suas dúvidas sobre o mesmo. O diretor presidente do Hospital, Pr. Arnolfo Pinheiro, disse que o projeto era um sonho pessoal que se intensificou nos últimos anos, visto a necessidade de atendimentos e a inauguração da Comunidade Terapêutica Projeto Regenerar, que trabalha na recuperação de dependentes químicos.

— Ano passado fui procurado pelo Dr. Marcos Tinoco, que compartilhou o mesmo sonho como sendo dele e de outros médicos evangélicos. A partir daí decidimos unir forças e trazer esse sonho a realidade. Estamos convocando todo o povo de Deus para estar conosco e vamos buscar junto aos governos os recursos disponíveis para tal fim. Não temos intenções políticas ou partidárias, apenas vamos requerer as verbas, que por direito são destinadas a projetos como esse — afirmou o pastor, que também é o presidente do ministério Tanque de Betesda, que cedeu o terreno onde o hospital será construído e já funciona o Projeto Regenerar ,na BR 356, Km 6. De acordo com sua diretoria o hospital será de alta complexidade, tendo como diferencial a humanização no atendimento e princípios evangélicos não só no nome.

— Queremos atender a todos e unir essa obra prática a nossa fé, que tem como base o Amor. Vamos proporcionar isso no atendimento e também cuidar da alma e espírito, que cremos não ter menor relevância. Sabemos que a fragilidade nessa área da saúde coloca todo o ser humano no mesmo lugar. Todos nós precisamos de Deus — disse o pastor ressaltando a excelência do Hospital São José do Avaí: “Já temos um hospital de ponta na cidade, mas sabemos que há uma sobrecarga nos atendimentos. Nosso objetivo é somar e prestar esse serviço ao nosso povo com todo o nosso coração, envolvendo tudo aquilo em que acreditamos: os princípios da Palavra de Deus”.

O Hospital Evangélico de Itaperuna foi projetado pelo arquiteto Claudio Vigo, especialista em construção hospitalar. Serão seis andares, estacionamento, diversas salas de cirurgia e Centros de Tratamentos Intensivos (CTI’s). O projeto também levou em consideração estudos recentes, que comprovam a melhora de pacientes em estado grave quando em contato com ambientes naturais externos. O local da construção é rodeado de verde e todos esses elementos serão utilizados, visando a recuperação e o bem estar dos pacientes.

 

Da jornalista Rosana Vinhosa, da assessoria da Igreja Tanque de Betesda.

Rodoviários mantêm greve, mas aceitam colocar 30% da frota em funcionamento

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Desde que seja mantido o atual esquema de segurança da PM, no qual 18 ônibus rodaram ontem e 25 foram às ruas só a partir das 10h da manhã de hoje, os rodoviários aceitam garantir a circulação do mínimo de 30% do transporte coletivo do município, mesmo mantendo o movimento de greve deflagrado desde a 0h do último sábado (26/04). A posição favorável à negociação foi repassada agora há pouco a jornalista da Folha Carolina Barbosa, pelo presidente do sindicato do rodoviários de Campos, Roberto Virgílio. Neste momento, ele está encaminhando ofício com essa proposta ao Ministério Público Estadual (MPE), ao 8º Batalhão de Polícia Militar (BPM), ao Instituto Municipal de Trânsito e Transporte (IMTT) e ao Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros (Setranspas).

 

Setranspas promete reagir na Justiça à ação da Prefeitura e MPE de Campos

ação e reação

 

NOTA DE REPÚDIO

ESCLARECIMENTOS:

O SINDICATO  DAS EMPRESAS DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS DE CAMPOS DOS GOYTACAZES – SETRANSPAS, vem a público repudiar os atos  abusivos cometidos na noite do dia 30/04/2014, nas sedes de suas empresas associadas, e esclarecer à população de Campos, na forma abaixo transcrita:

1) Considerando a transposição de limites de competência de autoridade do representante do Ministério Público Estadual, em avocar para si competência constitucional pertencente ao Órgão de mesma natureza da JUSTIÇA ESPECIALIZADA(MPT), vez que  a natureza jurídica da questão tem como fato gerador direito  de greve, cuja competência originária, à luz da Constituição, é da Justiça do Trabalho;

2) Considerando que  a portaria número 086/2014 – ementa: Greve dos Rodoviários, Transporte Coletivo, Campos dos Goytacazes, se viu elaborada objetivando a instauração de inquérito civil público para o qual como primeiro ato foi elaborada a Portaria 001/01, escorando-se em decisão de sua Excelência, Juíza convocada, Doutora Cláudia Regina Vianna Barrozo, do plantão Judiciário do Egrégio Tribunal Regional do Trabalho/RJ, do dia 27/04/2014, nos autos da Ação Cautelar Inominada 00140414-20.2014.5.01.0000, tendo como parte Autora o Município de Campos dos Goytacazes, e réus Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário de Cargas e Passageiros de Campos dos Goytacazes e Sindicato das Empresas de Cargas e Transportes  Rodoviário de Cargas e logística de Campos – SINDITRANSPORTES, sendo este último diverso e desconhecido da SETRANSPAS;

3) Considerando que a decisão prolatada na ação judicial trabalhista supra, determinou a imediata suspensão do movimento paredista DOS EMPREGADOS sob pena de multa diária de R$10.000,00 (Dez mil reais) a ser suportada pelo SINDICATO DOS TRABALHADORES RODOVIÁRIOS DE CARGAS E PASSAGEIROS DE CAMPOS DOS GOYTACAZES;

4) Considerando que o Poder Executivo Municipal orientado pela Portaria número 086/2014 do Ministério Público Estadual , repudiado no item 1 desta nota,  gerou o decreto número 102/2014, cuja ementa é a seguinte: “Decreta a ocupação temporária de veículos utilizados na prestação do serviço público de Transporte coletivo de passageiros no Município de Campos dos Goytacazes e dá outras providências”;

5) REPUDIA o ataque frontal ao ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO, vez que as empresas associadas sofreram, na noite passada (30/04/2014), a violação à garantia constitucional do seu direito de propriedade privada, sem qualquer MANDADO  EMANADO POR AUTORIDADE JUDICIAL CONSTITUÍDA, tomado com apoio do comando da Polícia Militar, situação esta que não se tem noticia ou registro, em nossa história, sequer no período ditatorial. Por fim vale esclarecer que as empresas associadas em momento algum, se negaram ou se negam a disponibilizar os seus veículos e manter a rotina do transporte diário de passageiros, o qual só não vem ocorrendo em razão da greve da CATEGORIA DOS RODOVIÁRIOS.

Em razão de tais fatos, O SINDICATO VEM  A PÚBLICO , ainda, esclarecer que medidas judiciais urgentes estão sendo tomadas a fim de restabelecer a ordem jurídica violada. Fazendo uso das palavras de RUI BARBOSA:

“ A FORÇA DO DIREITO DEVE SUPERAR O DIREITO DA FORÇA”.

Ainda, nas palavras do Mestre Ives Gandra da Silva Martins, que assim leciona:

“ A VERDADEIRA DEMOCRACIA CONHECE APENAS A FORÇA DO ARGUMENTO, E NÃO O ARGUMENTO DA FORÇA”,

 

Campos, 01 de maio, de 2014.

 

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SETRANSPAS

 

Transporte público de Campos — Opiniões no “Opiniões”

Opinião
Jornalista Ricardo André Vasconcelos
Jornalista Ricardo André Vasconcelos

Rosinha e a greve/locaute nos transportes coletivos

Publicado aqui, pelo jornalista Ricardo André Vasconcelos

 

A prefeita Rosinha Garotinho cumpriu o seu dever, mesmo com atraso de alguns dias, e resolveu garantir a circulação dos ônibus e minimizar os efeitos de uma greve iniciada há seis dias. Mais que um direito, é dever da chefe do executivo municipal zelar pelo funcionamento dos serviços dos quais a municipalidade é o poder concedente. E, para isso, contou com o auxílio precioso do promotor Marcelo Lessa Bastos, coordenador da Promotoria dos Direitos Coletivos e Difusos do Ministério Público que, não só orientou a equipe da prefeita, como foi pessoalmente às garagens para que fosse cumprido um ato municipal e uma decisão da Justiça do Trabalho, e também cedeu o auditório do MP para a coletiva à imprensa.

Por enquanto ainda não seu certo, mas não esperava-se das autoridades atitude diferente: o interesse público está acima de tudo. Segundo a prefeita informou agora há pouco em entrevista à Rádio Band-FM, 18 ônibus estão rodando.

No entanto, é desonesto não analisar que a greve/locaute deflagrada no sábado, exatamente no dia do início do Campos Folia – o nosso Carnaval fora de época – como um movimento político extremamente delicado que desaguou num imblóglio do qual, para sair, é preciso menos bravatas e mais humildade para admitir eventuais erros e encontrar saídas. Sim, locaute porque qualquer pessoa com um mínimo de bom senso sabe que as empresas de ônibus estimulam, apoiam e patrocinam a greve.

Na base da polêmica não está só a reivindicação justa dos 16% de reajuste para motoristas e cobradores, como também e principalmente, o descongelamento das tarifas que, desde a criação do programa de passagem social em 2009, é mantida em R$ 1,60. Sendo R$ 1,00 pago pelo passageiro e os R$ 0,60 subsidiados pela Prefeitura de Campos. Os empresários reclamam, também com justa razão, que os preços dos combustíveis, pneus, salários e outros insumos, subiram neste cinco anos e cinco meses e que o preco da tarifa precisa ser recomposto. A PMCG, por sua vez, alega que tem um edital de licitação na praça, marcada para o próximo dia 26 de maio, em que a tarifa sobe para R$ 2,40 para as empresas que ganharem as linhas.

A licitação para escolha das empresas de ônibus para operar as linhas. Esta sim, talvez seja a mãe de todas as soluções e toda a indignação das empresas. Há décadas sabe-se que as empresas de ônibus operam com “concessões a título precário”, ou seja, provisoriamente e sabe Deus como as concessões são dadas, cassadas e renovadas…

O que os empresários reclamam é que muitas das empresas estão hoje em situação de pré-insolvência (algumas já quebraram), justamente porque se endividaram contando com os subsídios do programa da passagem social que, congelados, comprometeu-se as finanças e hoje poucas ou nenhuma empresa local têm condições de igualdade para competir na licitação com outras de fora.

Sabe a prefeita que uma das principais reclamações da população hoje é o péssimo transporte coletivo no município. São horas de filas, veículos em condições lastimáveis, horários desrespeitados…

Sobre as cabeças de todas ainda pesa a ameaça feita e repetida pela prefeita, de municipalizar os transportes coletivos.

Taí um bom debate para ser travado de forma desarmada, com os ônibus nas ruas e foco no interesse público. Só no interesse público.

Poeta Dante Alighierei
Poeta Dante Alighierei

Sinais

Publicado aqui, pelo leitor Frias

 

Ultimamente, nossa cidade tem vivido momentos de grande turbulência, em face de diversas manifestações populares, e de entidades classistas, na sua maioria, pela péssima ou falta da prestação de serviços públicos essenciais, somada a justa e legítima reivindicação salarial.

Capitaneada por um grupo que almeja alcançar a direção de nosso Estado, recebemos sinais diários, de que a coisa é muito mais séria do que parece. Com o “modus operandi”, inaugurado com a campanha dos royalties, onde houve bloqueio de vias públicas e utilização de barricadas com pneus flamejantes (lembram), essa prática tornou-se corriqueira e pretexto a qualquer insatisfação popular.

Ao ler as notícias, hoje pela manhã, me chamaram a atenção, as ações dos poderes públicos na apreensão de coletivos nas empresas. Ora, muito célere a atuação desses poderes em dar respostas ao povo, ainda que de forma precária e insuficiente. Mas, gostaria mesmo, é de ver esta agilidade, quanto ao caso “ Meninas de Guarus”, as graves denúncias do Programa “ Cartão Cidadão” e tantas outras, que adormecem no limbo da obscuridade.

É assim que tratam trabalhadores e empresários, travestidos no, “minha cidade meu amor”, usam a violência, que gera mais violência, para tentar sanar uma questão salarial, que eles, como parte, deveriam encontrar solução. Considero o transporte coletivo em nossa cidade, um dos mais caros do País, uma vez que, subsidiado pelo erário (tesouro público), é pago por todos os munícipes, inclusive, dos que dele não se utilizam.

Li, que a Chefe do Executivo Municipal, reclamou de pessoas “de fora” em manifestações, que discriminação é essa, por exemplo, temos várias empresas “de fora”, que prestam serviços milionários e não essenciais em nosso rico município, (EMEC, PCE,etc.) contratadas e bem pagas por ela. Isso pode!

Vamos aguardar o desenrolar desta tragicomédia, mas de antemão, espero que não se inaugure uma nova fase de manifestação, tão corriqueira em outros cantos do país. Ao povo… bem, ao povo, resta apelar para a ajuda divina, porque destes governantes de “deus”(não é erro de grafia) só virá “Beijinho no ombro”.

“Lasciate ogna speranza voi cheentrate!” Percam todas as esperanças. Estamos todos no inferno. – Dante Alighieri

Flashes do transporte público de Campos, do protesto à expropriação dos ônibus

 

Do IMTT, os grevistas seguiaram em passeata, carregando seu caixão rosa, até à sede da Prefeitura de Campos (foto de Genilson Pessanha - Folha da Manhã)
Já pela manhã, os rodoviários em greve seguiram em passeata, carregando seu caixão rosa, até à sede da Prefeitura de Campos (foto de Genilson Pessanha – Folha da Manhã)

 

Rodoviários chegam com seu caixão rosa até à sede da Prefeitura de Campos (foto de Genilson Pessanha - Folha da Manhã)
Rodoviários chegam com seu caixão rosa até à sede da Prefeitura de Campos (foto de Genilson Pessanha – Folha da Manhã)

 

Servidores municipais da Saúde Pública foram até à Prefeitura se solidarizar em protesto com os rodoviários em greve (foto de Genilson Pessanha - Folha da Manhã)
Servidores municipais da Saúde Pública foram até à Prefeitura se solidarizar em protesto com os rodoviários em greve (foto de Genilson Pessanha – Folha da Manhã)

 

Rodoviários 5 - RS
Rodoviários e servidores da Saúde tentam ser recebidos dentro da Prefeitura (foto de Genilson Pessanha – Folha da Manhã)

 

Em negociação tensa, o secretário de Comunicação Mauro Silva tenta formar uma comissão a ser recebida na Prefeitura (foto de Genilson Pessanha - Folha da Manhã)
Em negociação tensa, o secretário de Comunicação Mauro Silva propõe que os manifestantes formem uma comissão para ser recebida dentro da Prefeitura (foto de Genilson Pessanha – Folha da Manhã)

 

Rodoviários7 - RS
Já dentro da Prefeitura, acompanhado do secretário de Planejamento Fábio Ribeiro e do presidente do IMTT, Álvaro de Oliveira, Mauro Silva disse aos integrantes da comissão dos rodoviários que o governo Rosinha já pagou mais de R$ 157 milhões às empresas de ônibus, desde 2009, mas não apretesenta dados comparativos do que esse repasse significa (foto de Genilson Pessanha – Folha da Manhã)

 

Depois de saírem da  Prefeitura, à tarde os rodoviários grevistas se reuniram no IMTT com Álvaro de Oliveira, enquanto outros esperavam do lado de fora, com uma nova foto colada ao caixão rosa (foto de Rodrigo Silveira - Folha da Manhã)
Depois de saírem da Prefeitura, à tarde os rodoviários grevistas se reuniram no IMTT com Álvaro de Oliveira, enquanto outros esperavam do lado de fora, com uma nova foto colada ao caixão rosa (foto de Rodrigo Silveira – Folha da Manhã)

 

Rodoviários ponte
Por conta da passeata que os rodoviários fizeram nas ruas centrais, após saírem do IMTT, no início da noite, um gigantesco engarrafamento se formou, até Guarus, através das pontes sobre o Paraíba, como a Leonel Brizola, ex-Rosinha Garotinho (foto de Rodrigo Silveira – Folha da Manhã)

 

Rodoviários8 - RS
Informados da operação do Ministério Público, em atendimento à Prefeitura e com apoio da PM, rodoviários da São João se sentam e até deitam à entrada da garagem da empresa, para tentarem impedir a saída dos ônibus (foto de Rodrigo Silveira – Folha da Manhã)

 

Acompanhado da Polícia Militar comandada pessoalmente pelo tenente coronel Antônio Carlos Sabino, o promotor Marcelo Lessa chega à garagem da São João (foto de Rodrigo Silveira - Folha da Manhã)
Acompanhado da Polícia Militar comandada pessoalmente pelo tenente coronel Antônio Carlos Sabino, o promotor Marcelo Lessa chega à garagem da São João (foto de Rodrigo Silveira – Folha da Manhã)

 

Rodoviários10 - RS
PMs usam a força para afastar os manifestantes dos portões da garagem da São João (foto de Rodrigo Silveira – Folha da Manhã)

 

Rodoviários11 - RS
Afastados os manifestantes, os PMs abrem os portões da garagem da empresa (foto de Rodrigo Silveira – Folha da Manhã)

 

Rodoviários12 - RS
Observado por Marcelo Lessa, o comandante Sabino, de pistola em punho, comanda a entrada de viaturas da Guarda Civil na garagem da São João (foto de Rodrigo Silveira – Folha da Manhã)

 

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Sob o cordão de isolamento da PM, os ônibus da São João começam a ser conduzidos para fora da garagem, com destino ao pátio da antiga Ceasa, em Guarus (foto de Rodrigo Silveira – Folha da Manhã)

 

Com dizer luminoso sugestivo ao pára-brisas, os servidores da Prefeitura obrigados a conduzir os ônibus para fora da garagem se desculpa com os grevistas (foto de Silésio Corrêa - Folha da Manhã)
Com dizer luminoso sugestivo ao pára-brisas, os servidores da Prefeitura obrigados a conduzir os ônibus para fora da garagem se desculparam com os grevistas (foto de Silésio Corrêa – Folha da Manhã)

 

Além de servidores da Prefeitura com habilitação da categoria D, bombeiros militares também foram usados para conduzir os ônibus para fora da garagem, como na Rogil (foto de Silésio Corrêa - Folha da Manhã)
Além de servidores da Prefeitura com habilitação da categoria D, bombeiros militares também foram usados para conduzir os ônibus para fora da garagem, como na Rogil (foto de Silésio Corrêa – Folha da Manhã)