Abaixo do teto, Lula mantém rejeição, Flávio e Tarcísio melhoram

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Piso no 1º turno, teto no 2º

Qualquer eleição de dois turnos no mundo tem dois eixos: o 1º é uma disputa de pisos, definidos pelas intenções de voto. Da qual os dois maiores pisos, se ninguém fizer 50% + 1 dos votos válidos de cara, passam ao 2º numa disputa de tetos, definida pela rejeição. É ela que limita a capacidade de conquistar novos eleitores no turno final.

 

Rejeição na Ideia

Na pesquisa Ideia, com até três opções de candidatos em quem o eleitor não votaria de jeito nenhum, Lula liderou a rejeição, com 40,8%. Ele foi seguido de Flávio, com 30%; pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), com 26,1%; e por Tarcísio, com 16,2%.

 

Rejeição na Quaest

Na pesquisa Quaest, a medição da rejeição foi diferente, associada ao conhecimento do eleitor sobre cada presidenciável. Nela, quem liderou o índice negativo foi Flávio, com 55% de rejeição (25 pontos mais que na Ideia); seguido de Lula, com 54% (13,2 pontos mais que na Ideia); e de Tarcísio, com 43% (26,8 pontos mais que na Ideia).

 

Flávio diminui rejeição

Diferente da Ideia, que abriu sua série de pesquisas em janeiro na parceria com o Meio, a Quaest faz pesquisas nacionais regularmente desde a eleição presidencial de 2022. Nesta série, se Flávio chega até aqui liderando o índice negativo, o fato é que ele conseguiu cair 5 pontos na rejeição, em relação aos 60% que tinha em dezembro.

 

(Infográfico: Joseli Matias)

 

Lula mantém rejeição

Por sua vez, e até por ser o nome mais conhecido dos eleitores entre todos os presidenciáveis (só 3% dizem desconhecê-lo), Lula manteve os mesmos 54% de rejeição nas pesquisas Quaest de dezembro e janeiro. Já Tarcísio conseguiu perder 4 pontos no índice negativo: dos 47% de rejeição que tinha em dezembro aos atuais 43%.

 

Publicado hoje na Folha da Manhã.

 

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