Campos Run

foto[1]O Campos Run,ontem,marcou a festa da nossa cidade. Eu chargista e blogueiro não podia estar de fora da terceira etapa do Campos Run com o tempo de 19 min 57 segundos fiz uma bela prova na minha categoria de 30 a 39 anos fiquei com o primeiro lugar e olha que não trenei como eu  gostaria,mas agora é me preparar para a quarta etapa no dia 15 de Setembro.

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Miro prega PDT fora do governo Cabral que quer suceder

Miro Teixeira diz que o PDT pode deixar governo Cabral

Por Saulo Pessanha, em 05-08-2013 – 6h11

As dificuldades enfrentadas por Sérgio Cabral contribuem para deixar mais animada a disputa por sua sucessão. Para o deputado federal Miro Teixeira (PDT), que, no início do ano, lançou sua pré-candidatura ao Palácio Guanabara, a crise reforça a possibilidade de seu partido deixar o governo estadual. “Muita gente não está contente com esta participação”, diz.

Segundo Miro, as razões para a saída são outras e antigas, relacionadas à administração estadual. Mas o desgaste de Cabral deve reforçar o rompimento que, para ele, é fundamental.

Fonte: Informe do Dia (Fernando Molica)

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Na terra de abelhas e marimbondos, Ranulfo nega ser presente de grego

Ranulfo Vidigal: “Não existe essa história de cavalo de Tróia”

Por Alexandre Bastos, em 05-08-2013 – 2h03

O ex-prefeito e atual secretário de Fazenda de São João da Barra, Ranulfo Vidigal, afirmou no programa de rádio “São João da Barra no ar”, no último sábado (03), que não existe a possibilidade do seu ingresso na Prefeitura de SJB ser uma forma de cooptar o atual prefeito para o grupo político do deputado federal Anthony Garotinho (PR). “Não vim inventar a roda. Ela já existe e está funcionando. Eu não vim aqui para fazer um cavalo de tróia, para levar o Neco para lá ou para cá”, afirmou.

De acordo com Ranulfo, tudo na vida passa. “Torço pelo sucesso do governo Rosinha. Porém, agora faço parte da Prefeitura de São João da Barra e estou ao lado do prefeito Neco e da ex-prefeita Carla Machado”, afirma o secretário.

Cavalo de Tróia — O Cavalo de Tróia foi um grande cavalo de madeira usado pelos gregos durante a Guerra de Tróia como um estratégia decisiva para a conquista da cidade fortificada de Tróia. Tomado pelos troianos como um símbolo de sua vitória, o cavalo foi carregado para dentro das muralhas, sem saberem que em seu interior se ocultava o inimigo. À noite, guerreiros saem do cavalo, dominam as sentinelas e possibilitam a entrada do exército grego.

Fonte: SJB Online

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Arthur Soffiati — Cultura entre o populismo do poder e o maniqueísmo dos artistas

Mais de uma vez, já disse que o grande barato da lida blogueira é a interatividade imediata com você, leitor, e que suas contribuições na forma de comentários, não raro, acabam sendo tão interessantes quantos as postagens que os geraram. Menos vezes, pelo menos aqui, disse que o grande barato de se ter a formação de autodidata, é poder ter escolhido livremente os seus mestres, no lugar de simplesmente aceitá-los por imposição acadêmica. Em contrapartida, é ruim por ter poucos mestres com os quais se pôde conviver, sem a chance de conhecê-los na dimensão humana do cotidiano, posto terem sido em grande maioria distantes em tempo e espaço. Exceção orgulhosa para mim, foi a oportunidade de ter entre eles o professor, escritor e ambientalista Aritides Arthur Soffiati, a quem considero o maior intelectual de fato nesta planície de sombras e pretensões de luz cortada pelo Paraíba do Sul. Com sua licença devida, na relevância maior de post, reproduzo abaixo o comentário feito originalmente aqui, no blog, e aqui, na democracia irrefreável das redes sociais, sobre a entrevista concedida pelo também professor e escritor Adriano Moura, acerca dos rumos e desrumos da cultura goitacá…

Venho acompanhando com atenção toda a polêmica iniciada com a propalada censura da peça “Bonitinha mas ordinária”, de Nelson Rodrigues, pela prefeitura de Campos. Inicialmente, preciso definir que parto de duas premissas para me posicionar. A primeira é a distinção entre vertente patrimonial e vertente da produção cultural. A segunda diz respeito às quatro políticas públicas de cultura segundo Abraham Moles: políticas informal, populista, autoritária e democrática. Claro que elas não podem ser vistas de maneira estanque.

Tive uma experiência de 18 meses como gestor público de cultura e me empenhei em definir uma política democrática de cultura que contemplasse as vertentes patrimonial e da produção cultural. Fracassei não por incompetência, mas por trabalhar com um prefeito que tinha uma visão informal de cultura sem sequer saber que sua visão era essa. Saí sem manchas, até porque recebi apenas dois meses durante os 18 em que tentei algo novo.

A partir de Garotinho, os prefeitos adotaram, todos eles, uma mistura de política populista com autoritária. Populista por fazerem política partidária com a cultura e por verem na cultura uma forma de ganhar dinheiro ilícito. Autoritária por imporem seus padrões de cultura à sociedade.

Por outro lado, concordo com Adriano Moura. Aqueles que trabalham com cultura em nosso município pautam sua atuação de forma medíocre e também partidária. São pessoas que desejam apenas se apresentar como produtores de cultura, sem a preocupação e o empenho de se situarem nos processos culturais. Acham que, para fazer teatro, literatura e outras manifestações culturais, basta apenas o desejo. São pessoas que cortejam o poder e o apóiam se seus projetos foram acolhidos. Fora do poder, criticam os governantes se não são contemplados. Claro que não generalizo porque sempre é injusto colocar todo mundo num mesmo balaio.

Claro também que não espero criadores geniais vivendo em Campos. Os grandes nomes da província foram embora para desenvolver suas vocações. Vejamos José Cândido de Carvalho, Thiers Martins Moreira, José Américo Motta Peçanha, Ivald Granato e Lúcia Laguna, para só mencionar alguns nomes. Essas pessoas guardaram a província em seus corações, mas partiram para outras plagas. Contudo, permanecer na província não exime os criadores culturais de Campos de empreender uma reflexão mais aprofundada sobre sua condição. Neste aspecto, coloco-me como os historiadores neopositivistas, que examinam e julgam as manifestações culturais dentro do seu contexto.

Certa vez, um poeta se aproximou do saudoso Prata Tavares e perguntou o que ele havia achado do seu livro. Prata, na sua sinceridade rude, respondeu: você precisa estudar poesia. Certa vez, um produtor de teatro me disse que eu seria considerado inimigo do teatro se não assistisse à sua peça. Respondi-lhe prontamente que podia me considerar inimigo do teatro.

Em síntese, não estamos diante de um filme em que bandidos e mocinhos são absolutamente distintos e separados. Não gosto da visão maniqueísta dos nossos intelectuais e artistas.

Arthur Soffiati

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Adriano Moura — O artista não é apenas uma vítima na cultura de Campos

“Pra todos ou pra ninguém. Sem privilégios”. Distante do que vê hoje em Campos, esta é a fórmula ideal do escritor, dramaturgo e professor Adriano Moura à cultura do município. Embora com várias críticas a fazer ao modelo implantado pelo garotismo/rosáceo, não só na cultura, mas na educação e na própria política, ele não acha que tenha sido diferente, em nenhum desses setores, nos governos passados dos dissidentes Arnaldo Vianna (PDT) e Alexandre Mocaiber (PSB). Tampouco acha, especificamente na questão cultural, que o poder público municipal seja o único culpado: “O artista não é apenas uma vítima no meio disso tudo”.

Folha Dois – Em texto no facebook, replicado depois no blog do jornalista Ricardo André Vasconcelos (aqui), você escreveu: “O que há em Campos é mais que perseguição a Nelson Rodrigues (…) É estupidez mesmo; é gente burra, despreparada, insensível, cafona, ignorante que, por ser ‘amiguinho’ de A ou B, é indicada para administrar setores aos quais desconhece”. Nos dois pólos dessa “amizade”, a quem você se referiu?

Adriano Moura – A lista é grande, pois não é uma característica apenas deste governo. Não me referi a uma pessoa especificamente nem gostaria de nomeá-las. Atuo em vários segmentos educacionais e artísticos da cidade há mais ou menos vinte anos. No entra e sai de governos é gente assumindo cargos não por competência ou currículo, mas por conveniência política apenas. A Fundação Teatro Trianon já foi presidida por esposa de prefeito só por ser esposa de prefeito. Outras instituições tiveram à frente a filha de “fulano”, a amiga de “sicrano”. Não preciso citar os nomes, porque todos sabem muito bem do que estou falando. A “estupidez” e burrice a que me refiro é essa prática. O que vivemos hoje nada mais é do que a continuidade de uma culturazinha de bairro, onde tudo acaba sendo tratado como um problema doméstico.

Folha – Sua crítica foi feita apenas ao setor cultural, onde atua como escritor, dramaturgo e ator, ou também como educador, onde exerce sua profissão em rede pública e privada?

Adriano – Minha crítica se estende a todos os setores. Precisamos parar de pensar cultura como algo não pertencente ao resto do corpo social. O que afeta o meio artístico está presente nos demais setores. É comum vermos pessoas tendo de chegar quase doze horas antes às filas de postos médicos para conseguir uma consulta. Algumas escolas são administradas por pessoas sem nenhum vínculo com a educação pública; algumas por pessoas até mesmo sem vínculo com educação, como já ocorreu na Escola Albertina em Travessão. Não há bibliotecas estruturadas na maioria dos estabelecimentos de ensino. Não dá para pensar em desenvolvimento educacional sem leitura. O setor cultural sofre a íngua do resto da ferida.

Folha – Em outra parte do mesmo texto, você pareceu mais específico ao afirmar: “Desde 1989 que a cidade vive nessa indigência, na dança das cadeiras dos poderes que insistem em permanecer na República do Chuvisco (…) Enquanto alimentarmos com nossos votos esses ‘zumbis’ viveremos nessa indigência”. A solução ao problema que identifica seria, portanto, cultural, educacional ou política?

Adriano – Por todas essas vertentes. A questão é política, mas não político-partidário apenas. A prova disso é o fato de a cidade, desde 1989, ter tido diferentes dirigentes. O problema é que cada um quer fazer as cosias a sua maneira, ignorando o que deu certo na gestão do outro. Parece que o fato de dar continuidade significaria admitir o acerto do antecessor. Cultura, educação e saúde em Campos estão no meio de uma queda de braços entre dois lutadores. Penso que já passou da hora de abandonarem o ringue; mas isso não vai acontecer porque o prêmio deve ser muito bom. Guardadas as devidas proporções, a administração é conduzida como no tempo dos coronéis ainda. Sempre foi assim e ainda não mudou.

Folha – Em entrevista à Folha Dois, o Artur Gomes bateu forte (aqui) na questão religiosa, denunciada (aqui) como motivo à suposta censura à peça “Bonitinha, mas Ordinária”, de Nelson Rodrigues, no Trianon. Um pouco antes, você questionou (aqui): “Nunca vi artista querendo impor regras a religiosos. Por que religiosos tentam impor regras aos artistas?”. Entre uma coisa e outra, qual o limite? Ele é respeitado em Campos?

Adriano – Depois de tanto bate-boca acabei concluindo que essa história de censura foi uma grande falácia, ou desculpa. Particularmente nunca tive problema com censura religiosa aqui, nem mesmo quando apresentei minha peça “O julgamento de Lúcifer”, que não poupa nenhum segmento religioso. Essa história da censura à peça do Nelson Rodrigues tem um lado positivo, pois suscitou outras discussões importantes para o cenário cultural, mas ficou meio sem explicação, pelo menos para mim. Como diz a “filósofa” minha mãe: “tinha mais caroço nesse angu”, mas ficou por isso mesmo.

Folha – Você, assim como os escritores Antonio Roberto Kapi e Vilmar Rangel, têm batido na tecla da necessidade de implementação real do Fundo Municipal de Cultura (saiba mais aqui), numa tentativa de se conferir independência políticas às manifestações artísticas de Campos. No seu ponto de vista, esse deveria ser o eixo da discussão?

Adriano – O Fundo Municipal de Cultura tiraria o artista da posição de mero pedinte, sempre dependendo de acesso pessoal a quem tem poder para viabilizar os projetos; além de ser um processo mais democrático e transparente. Os artistas teriam de se organizar, criar projetos consistentes para poder usufruir dos benefícios.

Folha – Muitos dos que defendem a política cultural de Rosinha, o fizeram atacando os artistas mobilizados a partir da denúncia de censura à peça de Nelson, alegando que estes só o fizeram por terem perdido a guarida que receberiam no governo Mocaiber. Até onde a reação dos artistas, ou parte dela, pode ter servido para forçar e/ou encarecer a venda do passe à cooptação pública municipal?

Adriano – O artista não é apenas uma vítima no meio disso tudo. Muitos participam da “dança das cadeiras” a que já me referi e dançam conforme a música mesmo. Mas isso se dá devido à dependência político-partidária, financeira e desemprego. Funciona assim: quando quem está no poder é o pessoal do “Arnaldo/Mocaiber”, os vilões são os seguidores de “Rosinha/Garotinho”. Quando quem está no poder são “Rosinha/Garotinho”, os vilões são os seguidores de “Arnaldo/Mocaiber”, e assim segue.

Folha – Como artista, você sempre buscou e conquistou seus espaços por conta própria. Seja pelas cifras bilionárias dos royalties, seja por uma política pensada de cooptação da sociedade civil, seria exagero dizer que o pires na mão estendida à Prefeitura, há algum tempo, dita o comportamento da classe artística, como de várias outras em Campos?

Adriano – Por que Campos não levou tantas pessoas às ruas como em outras cidades de mesmo porte? Tudo aqui gira em torno da Prefeitura. Muitos montam uma banda pra fazer show pra Prefeitura, não fazem peça se a Prefeitura não der dinheiro pra fazer; tem os que abrem  uma firma de limpeza sonhando prestar serviço à Prefeitura; ou vive de olho nos possíveis vencedores da eleição porque quer um emprego na Prefeitura. É bem pequeno o número dos que não dependem da máquina pública. Como é grande a quantidade dos que dependem dela, o silêncio também é maior. Já vendi espetáculos e projetos para Prefeitura, mas todos bancados com recursos próprios ou em parceria com a iniciativa privada. Já vendi idéias, nunca meu voto ou voz. Há um grupo corajoso, que  expõe o que pensa e luta pelo que acredita. Geralmente tem mais dificuldade e acesso. Isso precisa acabar. É outra prática doente de todos esses anos.

Folha – Acredita que os espaços alternativos da cidade, os teatros como o Sesc e o Senai, ou a própria Lei Rouanet, de isenção fiscal das empresas nos investimentos em projetos culturais, são alternativas tentadas pelo menos tentadas pela maioria dos artistas locais, antes de se queixarem da falta de espaço e apoio público do município? Por quê?

Adriano – A Lei Rouanet é um sonho. O empresariado e alguns artistas a desconhecem. As empresas querem retorno imediato, coisa que uma peça teatral sem ator famoso não proporciona. Convencer o empresário a comprar um projeto pelo seu valor estético é complicado, mas não é impossível. Eu já tentei e não consegui. Mas isso não é uma realidade só de Campos. Em grandes centros como Rio e São Paulo têm sido muito difícil concretizar um projeto, mas a coisa não para. Projetos alternativos são apresentados em bares, cafés, galpões, salões de festas, ônibus, etc. Em Campos, posso citar o Giu de Souza, por exemplo, que organiza eventos envolvendo música, literatura, artes plásticas, teatro, etc.  Corre atrás, busca parcerias e trabalha, produz. Esse é um dos caminhos. Protesto, trabalho, produção e lucidez na hora das escolhas.

Folha –  Em contrapartida, a exemplo do que faz nos subsídios públicos às organizações carnavalescas, no Campos Folia, acredita que a Prefeitura não poderia também investir na promoção de eventos anuais de teatro, música e dança, prestigiando os artistas locais e fomentando sua produção?

Adriano – Sempre questionei isso. Se há tanta verba para as agremiações carnavalescas, pras bandas de pagode e axé; por que  não para o teatro? A dança ainda é mais privilegiada. Teatro não. Os festivais ocorrem sem obedecer a um calendário. Tem ano que tem, ano que não tem. Ora é regional, ora nacional, ora apenas estudantil. Como sempre, depende de quem está “mandando”, não de um projeto consistente e com condições de sobreviver às intempéries das mudanças de governo. Voltando: se tem dinheiro pro boi pintadinho desfilar no carnaval, tem de ter também alguma maneira de viabilizar outras formas de expressão. Pra todos ou pra ninguém. Sem privilégios.

Publicado hoje na edição impressa da Folha.

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“Cabruncos” marcam hora para lavar a Câmara de Campos

Aqui, os “Cabruncos Livres” já tinham marcado a lavagem das escadarias da Câmara Municipal de Campos, em 7 de agosto, na próxima quarta-feira, na volta do recesso dos vereadores. Agora, com hora marcada para concentração, às 16h, e para o ato de protesto, às 17h, a nova convocação já está rodando aqui, desde ontem, na democracia irrefreável das redes sociais.

4º Ato dos Cabruncos Livres

TRAGA SUA VASSOURA E SEU BALDE!

Venha lavar as escadarias da Câmara Municipal e mostrar aos sujos que nos somos limpinhos.

DATA: 07 de Agosto – (Retorno do Recesso Parlamentar)

Concentração: 16 horas Início: 17 horas

POR UMA LEI ORGÂNICA REALMENTE CIDADÃ. AQUI, QUEM MANDA É O POVO.

ORÇAMENTO PARTICIPATIVO;

ELEIÇÃO DIRETA P/ DIRETOR DE ESCOLA MUNICIPAL;

FIM DA TAXA DE ILUMINAÇÃO E ESGOTO;

PARIDADE NO AUMENTO DO SUBSÍDIO DO VEREADOR COM O AUMENTO DO VENCIMENTO DO SERVIDOR MUNICIPAL;

FICHA LIMPA PARA TODOS OS CARGOS DE DIREÇÃO E ASSESSORAMENTO

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Pressão parece ter funcionado: Rosinha agora quer incentivar Fundo de Cultura


Incoerências na Cultura: prefeita sugere destinação de recursos para o Fundo Municipal

Por Lívia Nunes, em 02-08-2013 – 16h28

De acordo com informações do site da Prefeitura de Campos, em uma reunião ontem (quinta-feira, 1/08), a prefeita Rosinha sugeriu a destinação de recursos para o Fundo Municipal de Cultura e a criação de editais. É, de fato, uma boa “sugestão”. O engraçado é que Orávio de Campos — antigo secretário de Cultura e, agora, superintendente — bateu nesta tecla desde que assumiu a Secretaria, que recentemente foi extinta. E, só agora, a Prefeitura se posiciona sobre o assunto.

Vamos recordar: o Fundo de Cultura foi proposto na 1ª Conferência Municipal de Cultura, realizada em 2006; estudado e redigido pelo Conselho e aprovado pelo Legislativo em dezembro de 2010. Com receita principal oriunda da parcela de 0,1% dos royalties do petróleo arrecadados pela cidade, a lei foi alterada sob a justificativa de que o percentual era DEMAIS para a Cultura. Nenhuma outra verba municipal foi proposta para o Fundo. Orávio de Campos continuou, aparentemente sozinho, na luta pelo Fundo.

Recentemente, artistas de Campos se mobilizaram e questionaram a falta de recurso para o Fundo Municipal de Cultura, o que geraria editais. E, agora, a prefeita vem com essa ideia original, que já deveria ter sido posta em prática há muito tempo.

A referida reunião aconteceu no Teatro Trianon com a presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, Patrícia Cordeiro; o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Wainer Teixeira; e o superintendente de Preservação do Patrimônio Histórico, Orávio de Campos, para traçar as ações culturais que serão desenvolvidas no segundo semestre. Percebe-se a ausência do superintendente do Teatro Trianon, João Vicente Alvarenga.

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Ranulfo voltou a SJB para tentar cooptar Neco para Anthony?

Nem tudo é o que parece ser

Por Ricardo André Vasconcelos, em 01-09-13 – 17h09

Vidigal de volta a São João da Barra
Vidigal de volta a São João da Barra

A nomeação para tomar conta do cofre do prefeito Neco, em São João da Barra, não significa, como pode parecer aos menos atentos, um indício de rompimento do ex-prefeito sanjoanense, Ranulfo Vidigal, com o  grupo político comandado pelo deputado Garotinho.

Garotinho e seus aliados, principalmente o ex-adversário Betinho Dauaire, estão travando uma batalha para derrotar a ex-prefeita Carla Machado, que já foi aliada de todos e, na eleição passada, garantiu a eleição de Neco na sua sucessão derrotando Dauaire e seu novo amigo Garotinho. Na Justiça, Garotinho prega publicamente a cassação de Neco, a prisão de Carla e nova eleição.

Como Ranulfo sobrou na última reforma no secretariado de Rosinha em Campos (era presidente do CIDAC), é normal entender que tenha rompido com o grupo que acompanha desde os tempos do Muda Campos e se aliar aos adversários de Garotinho em São João da Barra. Parece, mas pode não ser bem assim.

Aí, como diz a música de Chico Buarque, a notícia carece de exatidão:

1- Ranulfo não perdoa Betinho por ter conspirado contra ele quando foi prefeito e cassado a poucos dias de encerrar o governo em 1996 na prefeitura de São João da Barra. Por isso marcou posição e apoiou a candidatura de Neco no ano passado.

2 – Carla e Neco não formam mais uma dupla. Estão muito longe disso e quem garantiu ao Blog agora há pouco foi uma fonte insuspeita ligada à ex-prefeita Carla. Os adjetivos atribuídos por essa fonte a Neco são impublicáveis.

Por isso é bem mais fácil Ranulfo Vidigal — parceiro de partidas de xadrez de Garotinho desde os idos tempos liceístas — estar cumprindo a missão de cooptar Neco para o PR do que o contrário.

É esperar para ver.

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Das lições que a oposição em Campos nunca aprende com a situação

Por onde anda a Frente Democrática?

Por Rafael Vargas, em 02-08-2013 – 10h31

Não há nenhuma novidade em afirmar que existem muitas divisões dentro do grupo liderado pelo deputado federal Anthony Garotinho (PR). Entretanto, quando a “corda aperta”, todos seguem as regras do comandante. Já no caso da oposição, a situação é diferente. Sem uma figura central, a minoria oposicionista em Campos está dividida em capitanias hereditárias e corre sérios riscos de passar vergonha nas eleições de 2014. Durante as articulações visando o pleito é possível observar a tática do “cada um no seu quadrado”. São muitos pré-candidatos, muita vaidade e pouca estratégia. Um bom exemplo desta falta de diálogo é a Frente Democrática, que sumiu completamente do mapa.

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Cultura de Campos — O Império contra-ataca?

ROSINHA COBRA DEFESA DA SUA “POLÍTICA CULTURAL”

Por Ricardo André Vasconcelos, em 30-07-13 – 20h43

A prefeita Rosinha tem que se queixado de alguns de seus auxiliares na área cultural, especialmente seus colegas da velha guarda do teatro nos anos 80, pela falta de demonstração pública de solidariedade à presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, Patrícia Cordeiro.

A prefeita entende que quando a principal dirigente da Cultura no município tem sua atuação questionada, é o governo que está sendo criticado e gostaria de ver os muitos artistas que acolheu em na administração defender o que chama de sua “política cultural”.

Quer que seja lembrado que ela reabriu o Museu de Campos, fez o sambódromo, está resgatando o Centro Histórico da cidade, vai recuperar o Palácio da Cultura e o Teatro de Bolso…

Rosinha lamentou, nem tão baixo que ninguém ouvisse e nem tão alto que parecesse uma ordem, que gostaria que as mesuras não ficassem apenas entre quatro paredes. Quer defesas públicas e veementes.

Tem gente se fazendo de morta, sem trabalhar por conta da gripe e até a dengue reapareceu no cardápio de desculpas esfarrapadas. Um dos que ouviram a reclamação da prefeita jura que a situação não vai ficar assim.

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TRE multa Pezão por campanha extemporânea

TRE multa Pezão em R$ 125 mil

Por Suzy Monteiro, em 30-07-2013 – 15h41

A partir de ação da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) no Rio de Janeiro, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RJ) aplicou multa no valor de R$ 125 mil ao vice-governador Pezão pelo uso indevido da propaganda do PMDB veiculada em 15 de março. O TRE também puniu o partido com a cassação de inserções de rádio e TV equivalentes a cinco vezes a propaganda partidária usada para promoção pessoal (proc. 81-58.2013.6.19.0000).

A ação da PRE se baseou na análise de inserções do PMDB-RJ em março, com falas de Pezão que caracterizavam propaganda antecipada, como “O Rio vive hoje um momento de conquista. Ainda tem muita coisa para melhorar, mas a gente acabou com o jogo de empurra e fez o estado avançar”. O espaço, que pela legislação deve ser utilizado para veicular o programa do partido, foi usado para divulgar a candidatura de Pezão.

(Fonte: Ascom)

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