Quem segura essa bandeira?

Ainda que a última pesquisa Ibope (aqui) revele a esmagadora distância ainda existente entre a democracia expressa nas redes sociais e na população votante da nossa cidade, perguntar não custa nada: Quem segura essa bandeira?

Quem quiser, que responda (ou não) aqui


Atualizção às 19h48: Até para não ser antiético pela simples oposição, a foto do Movimento Campos Ficha Limpa foi antes publicada aqui, pelo político e blogueiro Fernando Leite.

Na moral

Na moral, sem muita densidade filosófica e sem precisar chamar “o idiota do Pedro Bial”. Até porque a moralidade seletiva dos petralhas, seja para bancar maioria parlamentar na base do Mensalão, seja no mensalinho “companheiro” para pagar as prestações do pigmóvel, não resiste nem um mísero segundo no paredão da democracia irrefreável das redes sociais…

Escolhas morais

E como a questão sempre foi de escolhas, optemos por uma das muitas, no mesmo sentido, que têm sido propagadas à exaustão na democracia irrefreável das redes sociais. No caso, fiquemos com a pertinente observação de um dos principais e mais embasados críticos da palhaçada rousseauniana “companheira”, à qual o blog já havia feito a devida menção aqui

No voto, pelo Ibope, Rosinha já ganhou!

Ontem, devido a problemas técnicos nos blogs da Folha, este “Opiniões” não pode ecoar qualquer análise sobre a nova pesquisa do Ibope, feita entre os dias 15 e 17 deste mês, acerca da corrida eleitoral à Prefeitura de Campos, encomendada e divulgada pela InterTV Planície, do Grupo Folha. Em relação à primeira amostragem do insituto, divulgada no último dia 1º, algumas tendências parecem confirmadas, relativas ao crescimento do petista Makhoul Moussalem (9% para 11%), em contrapartida ao aparente declínio da prefeita Rosinha Garotinho (PR, de 63% para 62%) e do ex-prefeito Arnaldo Vianna (PDT, de 13% para 11%). Todavia, nada que chegue perto sequer de ameaçar a perspectiva de definição do pleito em turno único, projetada aqui, desde a primeira pesquisa Ibope, na coluna Ponto Final publicada no último dia 2: “No voto, salvo um cataclismo, tudo indica que Rosinha não perde para ninguém”.

Homofobia — Outras opiniões

Desrespeito democrático

Venho tentando buscar algumas explicações para a permanência insistente de alguns conceitos chulos, e acima de tudo egocêntricos do ser humano, que por sua vez atribui ao divino. Mas inútil é, esta minha caça a verdade do homem, pois todo ele tem a sua própria.

Deve ser muito difícil para os cristãos, em especial os evangélicos, aceitarem os homossexuais.
Mas não vejo a injustiçada classe criticando crença, até porque quando o fazem não são de pronto perdoados. Um grande problema se apresenta em nossa sociedade, pois muitos querem o direito de afrontar as pessoas e suas praticas, mas poucos querem que essa modalidade “democrática” tenha mão dupla.

Engraçado não é?

Se você quer o direito de abominar vidas que não lhe pertencem, não se rotule democrático. Pois faz parte dela o respeito pelas diferenças, não estamos na China, O socialismo falsamente democrático que tem como característica esse apreço pela vida alheia.
Não concordar, possui valor diferente do ofender ou criticar. Se você é incapaz de conviver
com as diferenças impostas pelo homem, reclame do divino que nos concedeu o livre arbítrio.
Algumas pessoas começam a sugerir a escolha entre o respeito e bom senso ou Cristo, Incrível!!!

Se a justiça é divina, porque é que vocês gostam tanto de pré-condenar?


Publicado originalmente aqui, pelo Gustavo Matheus, no blog “Sob licença poética”.

Homofobia — Outras opiniões

A homossexualidade da ótica dos políticos de palanque

A Organização Mundial de Saúde já excluiu do rol de enfermidades, a homossexualidade, pois se trata de uma opção sexual e não uma doença. Vale ressaltar ainda, que desde 1991, a Anistia Internacional passou a considerar a discriminação contra homossexuais uma violação aos direitos humanos.

Contudo, em ano eleitoral, a celeuma acerca das frases de efeito de alguns políticos vinculados às linhas religiosas causa bastante tumulto.

O Deputado Federal Garotinho (PR/RJ) disse em seu blog que possui imenso respeito aos homossexuais, mas, diante da palavra de Deus, não pode encarar tal opção cidadã como natural.

Ao meu sentir o nobre parlamentar está coberto de razão. Seguir os seus preceitos religiosos é um Direito e não podemos esquecer que o Brasil é um país laico onde todas as religiões são permitidas e a liberdade de expressão, um princípio basilar.

Contudo, o ex-governador do Estado do Rio de Janeiro esqueceu-se que a mesma Constituição que prevê a liberdade de crença, também garante, em conformidade com o Princípio da Dignidade Humana, o respeito à liberdade sexual.

Garotinho noticia que as idas de Eduardo Paes a passeatas gays e sua participação em cultos evangélicos não são condutas que se coadunam. Para ele, quem freqüenta as manifestações do arco íris não pode dizer Aleluia ou amém.

Gostaria de sugerir ao deputado trazer a baila o debate acerca do uso dos preservativos. Afinal, as igrejas são contrárias ao uso de qualquer contraceptivo. Alardeiam que o uso dos mesmos está sempre vinculado a algo pecaminoso. Um verdadeiro utilitário de adultero.

O ex-secretário de Segurança Pública do Estado do Rio poderia consultar literaturas acerca do tema ou matérias jornalísticas e constatar que milhares de africanos, por exemplo, morrem de AIDS e muitos jovens, no Brasil estão infectados por inúmeras doenças sexualmente transmissíveis. Isso devido ao fato de não terem conhecimento básico de preservação sexual ou por seguir a risca o preceito religioso de que sexo é um ato destinado à procriação, NUNCA para obtenção visando o prazer.

Nesse sentido, mais importante do que ‘meter a colher’ na sexualidade alheia seria colocar o tema prevenção em pauta. Esse assunto sim seria de relevância, pois interessa aos homens, as mulheres, gays, casados e solteiros. Afinal todos fazem sexo, mas nem todos são homossexuais.


Publicado originalmente aqui, no Blog do Cláudio Andrade.

Homofobia — Outras opiniões

  • Paulo Cassiano Jr.

    A pregação contra a homossexualidade tem pleno respaldo bíblico. Portanto, todos os discípulos de Jesus devem rejeitar o pecado, inclusive o da homossexualidade, por constituir grave ofensa ao caráter de Cristo e ao propósito de Deus para a família. Isto não é preconceito. É conceito!
    Pretender calar a voz dos cristãos contra o pecado da homossexualidade sob o argumento de ser homofobia é patrulhamento cristofóbico. Os discípulos de Jesus devem respeitar e amar os homossexuais, mas não devem ser tolerantes com o pecado da homossexualidade.
    Qualquer pessoa- cristã ou não, homossexual ou não- deve ter o direito de expressar as suas opiniões livre e legitimamente a respeito de qualquer assunto. Se é garantido aos homossexuais o direito de fazer uma parada gay em via pública, por que um cristão não pode manifestar a sua opinião contrária a esse movimento em um blog, ou outro veículo qualquer, sem que por isto seja taxado de “homofóbico” ou “preconceituoso”?
    Atenciosamente, e na paz do Senhor Jesus Cristo,
    Paulo Cassiano Jr.


Publicado originalmente aqui, como comentário deste blog.

Homofobia — Outras opiniões

Dentro da polêmica discussão sobre homofobia, suscitada pelas recentes declarações do deputado federal Anthony Garotinho (PR), em sua reincidente e sempre explosiva combinação entre fundamentalismo religioso e política laica, este “Opiniões” cumpre seu papel de tribuna para para democraticamente divulgar outras opiniões, neste e nos três posts subsequentes — duas delas externadas em comentários neste blog e as duas demais publicadas originalmente  em outros espaços virtuais…

  • Caríssimos, Aluysio e José Renato, Bom Dia, como eu disse, em um post anterior, não sou da turma do Garotinho e desejo que ele e seus asseclas, sofram todo o rigor da lei e sejam banidos da vida pública. No entanto, a fala de Garotinho sobre o homossexualismo, comunga com o pensamento da grande maioria dos cristãos no Brasil e em todo mundo. A questão é que vários integrantes da chamada Imprensa Secular vive querendo induzir os leitores ao erro.É muito habitual, entre eles, dizerem que Jesus era e é amor e, por isso, não tinha acepção de ninguém e acolhia a todos. De fato, Jesus não fazia distinção de pessoas e acolhia a todos, mas também repreendia, corrigia e, sobretudo, formava as pessoas. Cristo repreendeu aqueles que queria fazer do seu templo um comércio; questionava seus discípulos quando perdiam a fé, brigou até com o diabo quando este O queria tentá-lo, dentre outras coisas. Outra curiosidade em seu texto, caro Aluysio é restringir a Bíblia, como só existisse o Novo Testamento, mais exatamente os 4 evangelhos, mas não é por aí.Á Bíblia é formada por 73 livros que vão do Gênesis ao Apocalipse. Logo de cara, no Livro do Genesis 1, 27, diz que “Deus criou o HOMEM e a MULHER”, não dois HOMENS ou duas MULHERES ou algo diferente disso.E os criou a Sua imagem e semelhança.Depois tem os textos de Genesis 19,1-29, Rm 1,24-27 que consideram uma depravação grave. Sou jornalista e milito há quase 10 anos, na chamada imprensa religiosa aqui em Campos, e como tal, sou obrigado a estudar doutrina, ler, ser autodidata em alguns momentos, ou seja, tenho que ter base. Na imprensa secular tem-se de quase tudo, gente que fala de esporte, economia, política, análise de conjuntura internacional, questões agrárias, mas quando se chega a temática da religiosidade cristã, é uma tristeza. Mas tem exceções, como o Carlos Ramalhete, do Correio do Povo, em Curitiba e o Blog Ancoradouro, do Jornal “O Povo”, de Fortaleza. Eu li sua resposta ao leitor, mas a ela mostra que infelizmente, tem aqueles que querem propagar um formato herético de cristianismo “light” que adapte ao mundo moderno ou como você mesmo diz “no século XXI”. Mas é preciso que se aprenda que o verdadeiro cristianismo é o da contradição desse mundo, da perseguição, de muitas vezes serem assassinados, ser ultrajado em nome da palavra. O sermão da Montanha ou do monte mesmo disse isso em Mateus 5,11.Sim, Aluysio, Jesus é o mesmo ontem, hoje e sempre. Ela é atemporal, não muda, queiram ou não. Quanto a vitória nos tribunais, é só assim, que eles sabem ganhar, no tapetão, sem debate com a sociedade (onde a maioria não quer), ou seja, não foi democrático. Dá mesma forma, a questão do aborto de anencéfalos, das células tronco embrionárias, da liberação das marchas da maconha, etc. Podem até me chamar de conservador, retrógrado, da idade das trevas, mas o artigo 5º da CF garante a liberdade de crença, de culto e de expressão, o que quer dizer que o Estado não tem uma religião oficial, mas tem um povo religioso. Que Deus abençoe você e sua família.

Publicado originalmente aqui, como comentário deste blog.

Enquanto o novo Ibope não vem…

Enquanto a nova pesquisa Ibope, encomendada pela InterTV, do grupo Folha da Manhã, não é divulgada, vale a pena conferir as observações equilibradas entre os votos do eleitor campista, e os votos dos Tribunais Eleitorais, feitas pelo jornalista Roberto Barbosa aqui

Contra o abestamento moral

Tudo bem, o post da Gianna Barcelos (aqui) já tem três dias, mas no reino das “santidades duvidosas” e dos “amorais de todas as ocasiões”, algumas constatações, por mais óbvias que possam parecer, têm o poder devastador das ofensas aos “dogmas” pré-queda do muro de Berlim (num hoje já distante 1989), paridos no maniqueísmo raso em torno do próprio umbigo fundo. Pecados (ou bizarrices?) tão imperdoáveis quanto arroubos de violência, de arma em punho, abafados em acordos no Judiciário, até os vexames pelo uso e abuso de álcool, entre outras cositas mais, abafados por colegas das forças de segurança, pagos com o dinheiro do contribuinte.

Mas como ainda ainda há quem creia na moralidade pública, mesmo nestes tempos de julgamento do Mensalão na mais alta corte do Planalto Central, como provam as iniciativas da sociedade civil desta Planície Goitacá, quer seja contra o aumento salarial máximo do seu Legislativo (aqui), quer seja pela necessidade do voto limpo na eleição do seu Executivo (aqui), vale a pena conferir a reflexão da blogueira…



A autora do Blog Reflexões não tem candidato a prefeito ainda, mas sabe em quem NÃO VAI VOTAR.

Não tenho motivos contra ROSINHA, [posso não gostar de determinados atos dela, mas não gostar dela é diferente] nem contra ARNALDO, [não gosto de continuar insistindo numa situação que sabe que é irreversível, goza de minha simpatia por ser extremamente humano e, pela grande superação que enfrentou diante de um aneurisma cerebral], mas eleições se disputam nas URNAS e não na JUSTIÇA.

Estamos a poucos dias das eleições e, ainda disputam na Justiça? Contratam advogados a quilates de ouro? De, onde vem este dinheiro?

Isto não é ELEIÇÃO gente.

Eleição se dá pelo voto espontâneo neste ou naquele candidato de acordo com o que ele se propõe a fazer.