Deputado Rodrigo Bacellar na manhã de hoje no Folha no Ar (Foto: Genilson Pessanha – Folha da Manhã)
O Restaurante Popular de Campos será reativado ainda neste ano eleitoral de 2020. Mas apenas como iniciativa do governo estadual Wilson Witzel (PSC), sem a parceria que buscava a gestão municipal Rafael Diniz (Cidadania). Foi o que garantiu no início da manhã de hoje, ao Folha no Ar 1ª edição, na Folha FM 98,3, quem vinha sendo o principal articulador (relembre aqui) da parceria entre estado e município para reabertura do Restaurante Popular: o deputado estadual Rodrigo Bacellar (SD). Sem cravar certeza, ele atribuiu a exclusão do município na iniciativa social à pressão exercida pelo deputado federal Wladimir Garotinho (PSD), pré-candidato a prefeito de Campos. Que tem como principal aliado político o deputado estadual Bruno Dauaire, líder do PSC de Witzel na Assembleia Legislativa.
A matéria completa da entrevista de Rodrigo será publicada ainda hoje no Blog do Arnaldo Neto, jornalista que participou do Folha no Ar da manhã de hoje com o deputado estadual. Ele é considerado nos bastidores o principal articulador da pré-candidatura a prefeito de Caio Vianna (PDT). A quem defendeu da acusação de “preguiçoso” feita (aqui) também no programa da Folha FM 98,3, na última segunda (27), pelo deputado estadual Gil Vianna (PSL), companheiro de chapa de Caio em 2016. Ainda assim, Rodrigo só admitiu o “namoro” com o prefeitável pedetista para outubro de 2020, ainda não o “noivado” ou o “casamento”.
Confira abaixo, em vídeo, os três blocos da entrevista do deputado estadual Rodrigo Bacellar:
Em sua quarta edição, nesta noite de quinta (30), o programa Jogo Jogado (confira aqui na conta do Folha 1 no Facebook) recebeu seu primeiro convidado para tratar dos bastidores políticos de Campos e região. Foi o servidor federal e blogueiro do Folha1 Edmundo Siqueira. Ao lado do jornalista Arnaldo Neto e de mim, dbatemos a reação do PT goitacá ao apoio anunciado do presidente petista da Alerj, André Ceciliano, na eleição a prefeito de Campos em outubro.
A análise se deu também sobre o que o secretário de Comunicação da executiva municipal do PT, Gilberto Gomes, revelou (aqui) na última terça (28) ao Folha no Ar 1º edição, da Folha FM 98,3. Na rádio mais ouvida de Campos e região, Gilberto citou uma postagem do Edmundo (aqui) para afirmar que a candidatura própria petistaa prefeito da cidade não será “festiva”.
No segundo bloco, para atender à reivindicação dos internautas, outros municípios foram tiveram seu tabuleiros analisados: São João da Barra, cuja prefeita Carla Machado (PP) aprovou (aqui) sua contas por unanimidade no Tribunal de Contas do Estado (TCE), e os bastidores da eleição a prefeito em São Francisco de Itabapoana.
Outra postagem do Edmundo (aqui) foi tratada. Na qual ele evocou o personagem Jeca Tatu, do escritor Monteiro Lobato. Foi uma analogia ao que o deputado Gil Vianna (PSL) revelou (aqui) ao Folha no Ar da última segunda (27), sobre sua experiência em 2016 na chapa de Caio Vianna (PDT), também pré-candidato a prefeito de Campos em 2020. E como trechos do programa de rádio foram usados na guerra suja virtual que promete esquentar até outubro.
Confira abaixo o Jogo Jogado de hoje, que terá nova edição na próxima segunda, 03/02:
Comandante do 8º BPM, tenente-coronel Luiz Henrique Barbosa no Folha no Ar (Foto: Genilson Pessanha – Folha da Manhã)
“Quando foi dito isso pelo governador (‘tiro na cabecinha’ do bandido portando fuzil), ele quis demonstrar tranquilidade do agente (de Segurança Pública) no seu cenário de operação. E isso tem trazido grandes resultados. Os números (diminuição dos homicídios em 19% no estado do Rio e de 34%, em Campos, na comparação entre 2018 e 2019) não mentem. E têm sido o motivo desse avanço na redução do crime. Então eu acho que que é uma política que fez a Segurança Pública avançar. Sou a favor. Não do enfrentamento no sentido pejorativo, mas da tranquilidade do agente poder agir sem ser culpado preliminarmente. O agente do estado representa toda a população. Nós temos 500 mil habitantes aqui em Campos, que estão nos apoiando nas nossas ações. E o 8º Batalhão foi o que mais prendeu no estado do Rio de Janeiro. E, paralelamente a isso, nós não tivemos uma morte por intervenção dos agentes do estado. Então aqui nós exercermos aquilo que todo mundo prega: prisão sem nenhuma letalidade violenta com qualquer criminoso. Foram mais de duas mil prisões nesse cenário de guerra”.
Foi o que disse no Folha do Ar 1ª edição da manhã de hoje o tenente-coronel Luiz Henrique Barbosa, comandante do 8º BPM, sobre a política do governo Wilson Witzel (PSC), de enfrentamento ao crime organizado. Ele também falou sobre os abusos das casas noturnas e seus clientes em áreas residenciais:
— A Polícia Militar se faz presente em todas essas regiões. Mas sabemos que existem várias casas noturnas, boates, e não existe a possibilidade estrutural de dar conta de tudo. Mas a Polícia Militar, sempre que acionada pelo 190, se faz presente. Da ação completa, nós estamos falando também da atuação do município (Guarda Civil Municipal e superintendência de Postura). É importante que haja integração, é importante que se faça a avaliação dos locais que estão sendo permitidos os alvarás. A Polícia Militar tem restrições legais: perturbação do sossego, infelizmente tem que se ter o ofendido. Se você perturba o sossego, você perturba o sossego de alguém. Eu sei que não é bom, não é legal, expõe, levar o solicitante. Mas é tipificado, a Polícia Militar não tem como mudar a legislação.
Nesse ponto da entrevista, o comandante Henrique foi contraposto com a análise do policial federal Roberto Uchôa, com especialização em Segurança Pública na UFF e mestrando em Sociologia Política pela Uenf. Que já questionou (aqui) essa suposta exigência legal de que os moradores impedidos de dormir na própria casa, durante a note e madrugada, tenham que acompanhar a condução de quem perturba a ordem pública até a delegacia de Polícia Civil:
— Essa é uma medida sem fundamento. Em tempos de disque denúncia e de incentivo ao papel da sociedade civil como auxiliar das forças policiais através do fornecimento de informações, expor a pessoa que faz a reclamação parece ser muito mais uma forma de evitar as denúncias, do que de realmente resolver o problema que aflige os moradores.
Ao que o comandante do 8º BPM, que foi também comandante da Guarda Civil Municipal de Volta Redonda por oito anos, alegou:
— Nós estamos falando da perturbação do sossego. A Polícia Militar sempre vai ao local, no sentido de equacionar, de abaixar o som, de acabar. Mas o policial militar não pode levar aquela pessoa à delegacia porque estava com o som alto. Porque vai chegar na delegacia e o delegado vai perguntar: mas quem é o ofendido? Então isso tudo é questionável.
E foi novamente contrastado sobre essa necessidade de exposição dos moradores de bairros residenciais impedidos de dormir, na análise da questão pelo presidente da OAB-Campos, Cristiano Miller. Que cobrou a participação da fiscalização também por parte do poder público municipal para solucionar o problema:
— Entendo que a exigência de identificação dos moradores vai contra todos os princípios básicos que norteiam a gestão da segurança pública. A ideia adequada deve ser no sentido de fomentar a participação da sociedade, sem qualquer risco de exposição. Se, para cumprir o seu papel, o poder público condiciona que o cidadão se exponha, é sinal de que efetivamente a legislação não está sendo cumprida pela municipalidade. Em verdade, a participação da sociedade se dará com a “denúncia”, mediante a apresentação dos focos do problema, jamais devendo ser exigido do cidadão que ele se identifique e se exponha. A participação do cidadão deve ser colaborativa. Sendo assim, o que se espera é que o poder público municipal cumpra com o seu papel fiscalizador e efetivamente zele pela ordem pública, preservando o cidadão que deseja simplesmente exercer os seus direitos e receber segurança pública de qualidade
O comandante do 8º BPM respondeu:
— Nós estamos trabalhando isso com a delegacia (de Polícia Civil), estamos tentando achar soluções que possam ser mais amenas para aquelas pessoas que sofrem.
Confira o vídeo, nos três blocos abaixo, da entrevista com o tenente-coronel Luiz Henrique Barbosa, comandante do 8º BPM:
A partir das 7h da manhã desta sexta (31), na Folha FM 98,3, o deputado estadual Rodrigo Bacellar (SD) fechará a esta semana no Folha no Ar 1ª edição. Entre outros assuntos, ele falará sobre a representação parlamentar de Campos e região na Alerj. as articulações estaduais na política goitacá e suas projeções para as eleições municipais de outubro.
Quem quiser participar pode fazê-lo com comentários em tempo real no streaming do programa, cujo link será disponibilizado alguns minutos antes do seu início, na página da Folha FM 98,3 no Facebook.
Navo-patrulha Apá, da Marinha do Brasil, chegou hoje ao Porto do Açu para trazer ajuda aos oito municípios da região atingidos pela cheia dos rios com as chuvas (Foto: Divulgação)
Com objetivo de atender aos municípios da região atingidas pela cheia dos rios com as chuvas recentes, o navio-patrulha oceânico Apá, da Marinha do Brasil, chegou ao Porto do Açu, onde ficará atracado. A Marinha designou apoio do comando do 1º Distrito Naval para garantir o apoio logístico, que já está sobrevoando a região. O navio poderá transportar água e mantimentos para distribuição aos cerca de 15 mil desabrigados e desalojados em oito municípios atingidos no Norte e Noroeste Fluminense.
Para aproveitar a questão de necessidade humanitária, a cerimônia de imposição da medalha Amigos da Marinha a personalidades da Região, será realizada às 17h de hoje, no próprio navio Apá, atracado no Porto do Açu. O evento também servirá para a criação do Somar (Sociedade Amigos da Marinha). A prefeita de São João da Barra, Carla Machado (PP), será uma das agraciadas com a medalha.
Um leitor e colaborador do blog enviou dois vídeos feitos ontem (29) na estrada municipal da Vila da Palha, que liga a localidade de Guandu à BR 101. Os flagrantes ao acaso registram um morador de Conselheiro Josino que tem a iniciativa particular de tapar com barro os muitos buracos da estrada vicinal. Foi asfaltada no governo Arnaldo Vianna (PDT), nos tempos das vacas gordas dos royalties, que (constate aqui) jamais voltarão. Em que pese a propaganda enganosa do arnaldismo em ano eleitoral.
Da atitude admirável do cidadão anônimo, duas conclusões óbvias. A primeira: a iniciativa individual à preservação coletiva, que tanto caracteriza outras sociedades, como a dos EUA, infelizmente ainda é rara abaixo do Equador. Noves fora o complexo de vira-latas injustificado ou não, a segunda é a ausência do poder público municipal. Não só na área rural, como na urbana, que também sofre (relembre aqui) com buracos nas vias públicas, problema agravado pela erosão das chuvas recentes.
Com a demanda gerada pelo blog, a superitendência de Comunicação (Supcom) enviou a nota abaixo:
A secretaria de Infraestrutura e Mobilidade Urbana já tem o levantamento das necessidades do município e aguarda viabilidade financeira ou uma parceria para realizar o serviço de recuperação de estradas.
Atualizado às 16h13 para incluir o retorno da Supcom
A partir das 7h da manhã desta quinta (30), na Folha FM 98,3, o convidado do Folha no Ar 1ª edição é o comandante do 8º BPM de Campos. tenente-coronel Luiz Henrique Barbosa. Entre outros assuntos, ele falará sobre a segurança nas praias da região e dos reincidentes transtornos em áreas residenciais provocados pelas casas noturnas de Campos. Além do papel da política de enfrentamento policial ao crime, na redução dos números de homícidios no muncícpio (aqui) e no Estado do Rio.
Quem quiser participar pode fazê-lo com comentários em tempo real no streaming do programa, cujo link será disponibilizado alguns minutos antes do seu início, na página da Folha FM 98,3 no Facebook.
Com entrevista marcada e previamente confirmada a partir das 7 da manhã de hoje (29) ao Folha no Ar 1ª edição, da Folha FM 98,3, o prefeito de Campos, Rafael Diniz (Cidadania) não pôde estar presente. Às 5h36 da madrugada, ele enviou mensagem de WhatsApp, avisando que se encaminhava a Três Vendas, entre Campos e Cardoso Moreira. Desde o fim da tarde de ontem, a localidade estava ameaçada de alagamento, depois que as águas do rio Muriaé, com as chuvas recentes, romperam (aqui) o dique do Boianga.
Em ligação de celular, dificultada pelo sinal ruim em Três Vendas, Rafael chegou a participar do programa. Mas se ateve a falar sobre a situação dos estragos das chuvas. Sua entrevista pessoal e mais ampla ao Folha no Ar será remarcada e anunciada na próxima semana. Enquanto ela não acontece, ouça no vídeo abaixo o que disse por telefone o prefeito, na manhã de hoje, na rádio mais ouvida de Campos e região:
Aristides Soffiati
Sobre a situação de Três vendas, agravada ainda na manhã de hoje, depois que a manilha da BR 356 também se rompeu com a força das águas do rio do Muriaé, confira abaixo o que disse nas redes sociais (aqui) o ecohistoriador Aristides Soffiati sobre a ação das chuvas na região. Que continuarão a exigir medidas dos governos em suas várias esferas, sobretudo depois que a tempestade passar:
— Como costumo dizer, passada a tempestade vem o esquecimento. Em fevereiro de 2012, o Dnit recompôs o rombo na BR 356 provocado pelo rio Muriaé, que já havia rompido o dique de Boaianga. Mais adiante, as águas do Muriaé subiram o canal da Onça (antes rio) e romperam o dique que o separa da lagoa da Onça. Outeiro só não foi atingido com mais ímpeto porque a água se alastrou no leito da lagoa da Onça. Passada a enchente, o Dnit recompôs a BR 356 considerando apenas a engenharia de estradas. O dique de Boianga foi refeito com a garantia de que recebeu reforço e não se romperia mais. A lagoa da Onça, que deveria ser devolvida à natureza como área de amortecimento, foi rapidamente esvaziada. O Inea sustentou que não se trata de uma lagoa. Pezão entrou em cena, prometendo um sistema de desvio de água no Muriaé. Antes de cada cidade, um desvio seria feito por trás dela. Assim, a água do rio seria dividida e perderia força. Depois da cidade, ela voltaria ao rio. Na licitação, já houve corrupção. A licitação foi cancelada e não se falou mais no projeto. Assim caminha o Brasil.
Com as chuvas recentes, a força das águas do rio Muriaé fez um prédio desabar na manhã de hoje (29) em Cardoso Moreira. O flagrante do vídeo foi publicado (aqui) nas redes sociais pelo José Armando Barreto.
Confira abaixo o desmoronamento da construção, à beira do rio Muriaé:
Gilberto Gomes no Folha no Ar da manhã de hoje (Foto: Cláudio Nogueira – Folha da Manhã)
“Quando surge a fala do (deputado estadual André) Ceciliano (PT, presidente da Alerj) de apoiar (a prefeito de Campos na eleição de outubro) o nome indicado por Rodrigo (Bacellar, deputado estadual pelo SD), que deve ser o Caio Vianna (PDT), que estava presente naquele churrasco (no dia de Santo Amaro), o PT (de Campos) no primeiro momento já se posicionou. Acima de tudo a gente comunicou, como foi no caso do (ex-deputado estadual Geraldo) Pudim (de saída do MDB), a direção estadual (do PT). Que a todo momento ratificou a posição do diretório de Campos, tanto o fato do PT (de Campos) ter se posicionado contra a filiação do Pudim, quanto no caso do apoio do Ceciliano ao candidato que vier apoiado por Rodrigo. A gente teve a todo momento a proteção do diretório estadual, deixado claro que o posicionamento do diretório municipal vai ser respeitado. Nós aprovamos no último sábado (25), no diretório regional do Partido dos Trabalhadores, o indicativo de que Campos terá candidatura própria”.
Foi o que disse no início da manhã de hoje (28), no programa Folha no Ar 1ª edição, da Folha FM 98,3, o secretário de Comunicação do PT de Campos, Gilberto Gomes. Mesmo quando lembrado da popularidade do ex-prefeito Arnaldo Vianna (PDT), que apoia o filho ao pleito de outubro, Gilberto avaliou que não há nenhuma chance do seu partido caminhar com Caio a prefeito no primeiro turno, como foi em 2016.
— Vou ser enfático: chance zero de o PT estar coligado na chapa do Caio Vianna. Naquele momento (eleição a prefeito de 2016) foi coligado (ao candidato pedetista) porque o PT não tinha a construção e o acúmulo que tem hoje. Temos uma plataforma que, assim que a legislação permitir, será publicizada. O Partido dos Trabalhadores em Campos está constituindo um plano emergencial de direitos sociais. A gente tem José Maria Rangel, que foi candidato a deputado federal (em 2018), fez mais de 20 mil votos (20.591) na primeira tentativa; Odisséia (Carvalho, presidente municipal do partido), que já ocupou a Câmara (Municipal), preparadíssima; Hélio Anomal também um companheiro imprescindível, que atua no saneamento. Independente do nome, abrir mão desse programa é chance zero.
E no segundo turno a prefeito de Campos, caso ocorra e o PT não esteja lá?
— No segundo turno, o PT vai sentar, vai analisar. Eu acho muito difícil um cenário em que o PT se abstenha. OPT não tem o histórico de não se posicionar (…) A gente tem um cenário que está desenhado: Wladimir (Garotinho, PSD, deputado federal) está no segundo turno. Eu brinco que o maior cabo eleitoral dos Garotinho tem sido Rafael (Diniz, Cidadania, prefeito). Eu não condeno a mentalidade lógica do povo. A mentalidade não é A não deu certo, eu votei em B, B não deu certo, eu vou votar em C. A mentalidade é A estava ruim, eu votei em B e ficou pior, eu vou voltar para o A. Agora se Rafael conseguir, ele tem a máquina, tem toda a estrutura. Se for se candidatar mesmo, não sei se alcança o segundo turno, ou se quem vai alcançar é Caio. Não posso antecipar qual vai ser o posicionamento do PT. Qualquer decisão de segundo turno será tomada pelas bases (…) O que penalizar menos o povo e o que estiver mais disposto a dialogar com o programa que o PT vai estar apresentando, vai ser determinante. Não existe chance do PT não se posicionar no segundo turno (…) Se for até para avisar os pré-candidatos, eu adianto: o candidato que tiver o apoio do bolsonarismo, não terá o apoio do PT.
Confira os três blocos do Folha no Ar com a entrevista de Gilberto Gomes, secretário de Comunicação do PT de Campos, estudante da Uenf e blogueiro do Folha1:
A partir das 7h da manhã desta quarta-feira (29), na Folha FM 98,3, o convidado do Folha no Ar 1ª edição é o prefeito de Campos, Rafael Diniz (Cidadania). Entre outros assuntos, ele falará sobre os estragos das chuvas recentes no município e na região, da redução de 30% para 20% da sua capacidade de remanejamento do Orçamento em seu 4º ano de mandato e da sua pré-candidatura à reeleição nas urnas de outubro.
Quem quiser participar pode fazê-lo com comentários em tempo real no streaming do programa, cujo link será disponibilizado alguns minutos antes do seu início, na página da Folha FM 98,3 no Facebook.
A ligação (aqui) sobre o estrago das chuvas no Norte e Noroeste Fluminense, entre o governador Wilson Witzel (PSC) e o presidente em exercício Hamilton Mourão (PRTB), gravada e divulgada pelo primeiro, sob a reprovação moral do segundo. E a entrevista na manhã de hoje no Folha no Ar 1ª edição (aqui) do deputado estadual Gil Vianna (PSL), em que o pré-candidato a prefeito de Campos reprovou seu hoje adversário, mas aliado de chapa em 2016, Caio Vianna (PDT). E, fora do campo da política, a tragédia que no domingo (26) tirou precocemente a vida (aqui) de um gênio das quadras de basquete, Kobe Bryant.
Os três assuntos foram tratados no início da noite de hoje (28), na terceira edição do programa “Jogo Jogado”, com a participação dos jornalistas Arnaldo Neto, Aldir Sales e minha. Veiculado aqui na conta do Facebook da Folha, trará sempre no início das noites de segunda e quinta a análise dos bastidores dos principais fatos da política de Campos e região.