Cabral vem dia 16 para comício de Makhoul na Baixada

O próprio Makhoul Moussallem (PT) ligou agora há pouco para confirmar a vinda do governador Sérgio Cabral (PMDB), divulgada aqui em primeira mão, programada para o próximo domingo, dia 16. Acompanhado do senador Lindberg Farias e do seu vice, Luiz Fernando Pezão (PMDB), Cabral deve chegar ao aeroporto por volta de 10h da manhã, onde será recebido por Makhoul e sua equipe de campanha, saindo todos em seguida para uma carreata até o distrito de Goitacazes. O destino, para reforçar também a campanha a vereador de Nildo Cardoso, presidente pemedebista em Campos e com reduto eleitoral na Baixada, foi sugerido pelo candidato petista a prefeito, como forma de reforçar a união entre os dois principais partidos da sua coligação: PT e PMDB.

No comício, os discursos girarão em torno da necessidade do município ter um Executivo alinhado aos seus pares no Estado e na União. Como bônus dessa aliança, será lembrado a recente redução do ICMS sobre o etanol, ponto de interesse econômico da Baixada, que tem duas usinas em atividade. Cabral e Makhoul também anunciarão dois pedidos feitos pelo candidato e atendidos pelo governador. O primeiro, se refere à instalação de duas antenas de telefonia celular no município, um na sua região norte, entre Santa Maria e Santo Eduardo; o outro na própria Baixada, para atender Mineiros e Tocos. A outra conquista, de cumprimento mais rápido, serão oito leitos a mais de UTI, totalmente equipados, para o Hospital Álvaro Alvim, do qual Makhoul já foi diretor.

Ao contrário do dito anteriormente, a visita de Cabral foi agendada não na última quinta, mas na quarta, no Rio, onde o governador gravou novos programas junto com Makhoul para a campanha de TV. Todas as novidades anunciadas acima irão ao ar no horário eleitoral gratutito, pela boca do governador e seu candidato a prefeito em Campos, já a partir de amanhã.

Entendeu, abestado?

Seja em intelecto ou caráter, para acabar de uma vez com essa palhaçada rousseauniana de que nascemos todos bons e somos todos iguais. Na dúvida, é só assistir a propaganda eleitoral gratuita da imensa maioria das nossas valorosas opções à Câmara Municipal de Campos…

Reflexões: Rosinha e Arnaldo continuam inelegíveis

Fuçadora dos tribunais e exemplo blogueiro que deveria ser regra, não exceção, por não ter dois pesos e duas medidas para falar de governo e oposição no município, a Gianna Barcelos fez aqui uma interessante atualização das complicadas situações jurídicas dos dois primeiros colocados, segundo pesquisas do Ibope e Precisão, na corrida à Prefeitura de Campos: Rosinha Garotinho (PR) e Arnaldo Vianna (PDT). Segundo afirma a blogueira, com embasamento para tanto, ambos seguem inelegíveis.

Abaixo, a transcrição do post da Gianna…

O Recurso Especial interposto ao TSE – RESPE 30609 e Nº de Protocolo 21709/2012 foram recebidos, autuados e se encontram aguardando DISTRIBUIÇÃO do mesmo!


Por outro lado a AIME está sob AGRAVO REGIMENTAL quando o próprio TSE deverá rever seus próprios atos.


Enquanto isto, Rosinha e Arnaldo (mais juntos do que nunca, até na inelegibilidade) que deveriam ter sido substituídos preferem brigar no tapetão do Judiciário e ENGANAR o eleitor.

Nahim e Odisséia

Embora tenham respondido com declarações infelizes à forte reação contra o aumento salarial máximo concedido pelos atuais vereadores aos próximos, o fato é que os oposicionistas Nelson Nahim (PPL) e Odisséia Carvalho (PT) colocaram a cara na reta. Combativos representantes de uma minoria em luta inglória para manter suas cinco cadeiras na Câmara de Campos, mesmo com o total delas passando de 17 para 25, os dois edis tiveram mais coragem que a maioria da situação, cuja opção foi simplesmente ignorar o que não quer ouvir e não tem como responder.

Longe de novidade, a atitude passiva dos governistas reproduz sua negligência nos questionamentos mais elementares diante de tudo que vem da administração Rosinha Garotinho (PR). Os demais oposicionistas, Rogério Matoso (PPS), Marcos Bacellar e Ilsan Vianna (ambos do PDT), não entraram na discussão. O primeiro, embora também tenha votado a favor do reajuste salarial, dele não usufruirá, pois é vice na chapa de Arnaldo Vianna (PDT), enquanto os outros dois desistiram de tentar a reeleição e sequer participaram da sessão do último dia 28, na qual o aumento foi aprovado.

Sem apoio da máquina municipal, que sempre pesa mais na periferia, alvo preferencial do tudo a R$ 1,00 (subsidiado com dinheiro público) dos Garotinho, Nahim e Odisséia precisam mais do voto da “pedra”, geralmente mais consciente e, portanto, mais crítico. Por isso, neles, o golpe da reação ao aumento salarial foi mais acusado. Não por outro motivo, poderiam ter pensado um pouco melhor antes de terem subestimado a indignação popular, à flor da pele nestes tempos de julgamento do Mensalão.

De qualquer maneira, por questão de merecimento pessoal e equilíbrio coletivo, alvissareiro seria se ambos conseguissem se reeleger, possibilidade que o deputado federal Anthony Garotinho (PR) tem se empenhado pessoalmente para impedir, tanto ou mais do que em eleger seus candidatos. Todavia, como as redes sociais e seu eco na Folha têm provado, não basta ter teflon com meia dúzia de blogueiros, inconciliavelmente comprometidos com a militância política de oposição, para calar quem ainda teima em pensar por conta própria.

Publicado na edição de hoje da coluna Ponto Final, da Folha da Manhã.

Cabral vem a Campos dia 16 para campanha de Makhoul e Nildo

Após dois adiamentos, finalmente o governador Sérgio Cabral (PMDB) virá a Campos no dia 16, primeiro domingo depois de amanhã, para participar da campanha do candidato petista à Prefeitura de Campos, Makhoul Moussallem. Certamente acompanhado do senador Lindbergh Farias (PT), Cabral aproveitará a visita também para inuagurar duas novas torres de telefonia celular no município, uma em sua região norte, no distrito de Morro do Coco, e outra na Baixada Campista, onde, além de Makhoul, quem também será prestigiado pelo governador será Nildo Cardoso, presidente municipal do PMDB e dos candidatos a vereador mais fortes na oposição aos Garotinho.

Embora a visita tenha sido confirmada, num encontro pessoal de Makhoul com Cabral na última quinta, no Rio, quando o governador gravou novas participações para a propaganda eleitoral do candidato petista, os horários e a agenda completa da visita a Campos ainda demandam maior detalhamento, o que ocorrerá durante a semana.

Atualização às 21h19: Segundo divulgou aqui o sempre bem informado jornalista e blogueiro Saulo Pessanha, quem também vem a Campos, no próximo dia 21, numa sexta-feira, será o deputado federal Chico Alencar (Psol), para apoiar o candidato do seu partido a prefeito da cidade, Erik Schunk.

Reação em ritmo de funk ao aumento salarial dos vereadores

Enquanto tem gente que finge que não vê, e até gente que diz ver verde como cor de abóbora, a reação popular nas redes sociais ao aumento salarial máximo concedido pelos vereadores de Campos aos vereadores de Campos já ganhou até trilha sonora, em ritmo do funk. E para quem quiser seguir o conselho do MC ao final da música, basta clicar aqui

Urgente! — Da reação de Nahim à reação da sociedade

Já tive meus problemas com Vitor Menezes. Mas, nunca, nada que me fizesse não considerá-lo como jornalista de talento e professor cioso. Isso prévia e publicamente posto, vale a pena conferir, aqui e abaixo, sua pertinente análise sobre a reação do presidente da Câmara de Campos, vereador Nelson Nahim (PPL), à reação da sociedade civil, expressa nas redes sociais, contra o aumento salarial máximo (de 61,8%) condecido pelos edis que lá estão aos 25 que serão eleitos daqui a menos de um mês…


Para vereador, cidadania é “pura maldade”

Na cabeça de um político tradicional, é altamente inconcebível que um movimento social possa ter nascido de uma iniciativa espontânea, de cidadãos interessados apenas no bem comum, e não a partir de uma conspiração partidária de oposicionistas.

Não foi diferente agora com o presidente da Câmara de Vereadores de Campos, Nelson Nahim, que classificou a reação de internautas contra o aumento dos salários do Legislativo (em 60%) como “pura maldade” (a propósito, um bom nome para um movimento), e o atribuiu ao momento eleitoral.

Os meninos e meninas do movimento reagiram hoje com uma nota, onde afirmam que “o que parece é que eles já viveram tempo demais na zona de conforto provocada por nossa inércia, e se esqueceram que aqui ainda existe uma sociedade pensante”.

Nahim é o mesmo que, há não muito tempo, chamou os críticos do legislativo na internet de “blogueiros desocupados”.

Enquanto isso, segue a petição online contra o aumento, que neste momento está próximo das duas mil assinaturas, e pode ser acessada aqui.

Para saber mais sobre o movimento, acesse o Manifesto de uma Tribo no Face, aqui.

Gustavo Matheus na blogosfera

Após a evidência colhida das denúncias contra o tio Anthony Matheus, o Garotinho, seu sobrinho Gustavo Matheus lançou um blog. Anunciando-se como “jovem aspirante a escritor”, sua primeira postagem, por óbvio, não poderia ser outra. Para conferir, basta clicar aqui

Para o bem e o mal

Para o bem e o mal, lapidar o texto do jornalista e escritor Ocinei Trindade, publicado aqui e reproduzido abaixo…

A morte da colunista na fogueira

Ela era fogo. Do fogo viera, do fogo vivera, talvez, até morresse na fornalha. Seu nome também era inflamável: Mary Fuego. Nome de feiticeira para uns, de bruxa para outros. Era a colunista social mais temida, odiada e falsamente bajulada da metrópole. Os adúlteros fugiam dela. Pior que ter certeza de um escândalo sexual estampado no jornal, é a dúvida, a desconfiança e a especulação de estar corneando ou sendo corneado, de ser gay ou lésbica clandestinamente. E nisto, Mary Fu (seu nick name) era craque. Sagaz, inteligente e muito ferina, sobreviveu até onde pôde, multiplicou o tempo de sua existência feito gato diante dos perigos cavados.

Mary Fu tinha estilo. Nunca foi bonita, mas chegou a ter olhos expressivos e cabeleira de Farrah Fawcett. Somente. Era difícil imaginar alguém sendo seu amigo. Dizem que tinha. Pelo menos um. Será que não? Bem, muitos se aproximavam dela para ferir os adversários. Mulheres invejosas, homens falidos e sexualmente impotentes, bichinhas e putinhas alpinistas, alguns poucos ricos e uma infinidade de pseudorricos e pseudopoderosos. Mary Fu se fazia de serva, mas ao final, ela era a senhora da notícia e do comércio de pessoas fúteis a fazerem poses e a expressarem opiniões vulgares ou minimamente inteligentes.

Entretanto, contar com anos de poder não é para qualquer um. Poucos se mantêm no topo por muito tempo. Isso é coisa para Madonna ou Nossa Senhora. E, Mary Fu não foi muito longe. Durante um período, se dividiu entre o ostracismo e o banimento, cortejou alguns endereços da boemia onde poderia encontrar-se com a nata industrial, comercial e afins: alcoólatras pederastas, pedófilos e pervertidos. Mary Fu bebeu todas ou quase. Embriagou-se e envereredou-se pela desconstrução. Era visível a cada dia a decadência física e moral. Acidentes, sobreviveu a vários. Perdeu dentes, cabelos, estatura. Altiva, não se curvava nunca e seguia mancando pelos corredores e avenidas. Patético, diziam.

Para alguns políticos, Mary Fu era útil. Uma espécie de Mata Hari infiltrada com ou sem disfarces, com ou sem informantes. Houve uma época em que a resgataram das sombras e do lodo. Devolveram-na um pedaço de papel para que ali publicasse as supostas opiniões e a suposta formação de opiniões. Os sobrenomes dos falidos ainda poderiam causar alguma impressão, desde os Guinle, os Mayrink Veiga, os Oliveira ou os Silva, entre outros. Já que o mundo muda e não pode parar, a nova safra de ricos emergentes poderia ser agora um filão, quiçá uma nova mina de ouro, para Mary Fu. Não foi bem assim como imaginou.

O declínio e a falência de tudo tomaram conta da colunista. Os mais otimistas e poucos cristãos de coração cogitavam uma mudança ou redenção por parte dela. Alguns acreditam que os maus-carácteres podem e têm a chance de mudarem. Nisto estão incluídos os calunidadores, chantagistas, mentirosos, maledicentes, invejosos, soberbos, venenosos, perigosos, e sobretudo, os impuros de alma. Alguns afirmavam que Mary Fu era tudo isso e mais um pouco. Diziam também que ela gostava dos comentários que chegavam aos seus ouvidos. Assim, sentia-se ao menos respeitada, embora respeito e desprezo nunca tenham combinado.

Não é possível afirmar se Mary Fuego era vilã em tempo integral. Cogitam que dentro de todo ser pérfido se esconde um mínimo de afeto e mimo. Desconheciam suas relações pessoais, pois estas nem sempre foram compartilhadas. Sabe-se que ela gostava de gatos. Em sua casa, havia vários exemplares belos e bem alimentados. Há quem prefira os bichos e até se refugiem entre esta ou aquela fauna. Os gatos a veneravam. Exceto um: o Amador, sonso e violento. Todavía, Mary Fu amava Amador, o gato amarelo de olhos amarelados. Ninguém acredita piamente que bruxas amem, porém é preciso. Mary Fuego amava.

A inveja era uma companheira inseperável da colunista. Mary invejava os maridos ricos, os maridos belos, as mulheres lindas e chiques, os bens materiais alheios, as joias, os carros, as mansões e as viagens para a Europa que todos faziam, menos ela. Mary afirmava para si mesma: “Minha coluna tinha que ser escrita no Le Monde ou no Le Figaro, ou no mínimo, no New York Times”, suspirava sulforosa. No entanto, seguia ela a sua rotina na Gazeta Canavieira, datilografando ácidos e venenos em forma de letras e frases na velha Olivetti, bem lá no fundo da redação do jornal, plec, tac, plec, tac, plec, tac…

Havia dias em que os editores e proprietários do folhetim se divertiam e se orgulhavam das notas cabeludas. Isto costumava render dividendos para plantar em seguida desmentidos e exaltações às figuras públicas da época. O lucro era mais ou menos dividido com Mary, que sempre ficava com no máximo vinte por cento. Era pouco. Mary Fu não gostava de ser dizimista em dobro. Dentro de si, praguejava e blasfemava toda sorte de injúrias e maldições contra os patrões. Ficava furiosa quando suas notas sofriam alguma alteração ou eram suprimidas por completo. Ela não se preocupava nem um pouco com os processos judiciais, diferentemente dos donos do jornal.

Mary Fuego, mesmo manca, não descia do salto. Houve uma vez em que sua coluna sofrera modificações por parte do dono do jornal. Faltando poucos minutos para a edição ser fechada, o editor deu seu jeito para tapar o buraco em branco que ficara. Na ausência de Mary Fuego, ele não perdeu tempo. Inventou uma viagem glamurosa das irmãs Colares, suas amigas pessoais: belas e suburbanas toda vida, jovens que nunca haviam frequentado a chamada alta roda da sociedade. O jornal foi publicado. No dia seguinte, Mary Fu entrou na redação cuspindo fogo e marimbondos. Queria saber quem autorizou aquela nota e quem eram as jovens que ela nunca ouvira falar. O editor, cínico e faceiro, disse que ninguém autorizou, que foi preciso cobrir o buraco e que as Colares eram suas amigas de Guarus. Mary Fu, ultrajada, disse que nunca na sua vida de colunista um pobre saiu em sua coluna. Ele, categórico, disse: Ah, Mary Fu, na vida sempre tem uma primeira vez para tudo. Ela nunca mais lhe dirigiu a palavra.

Houve um tempo em que Mary Fuego pensou na morte. A vida de ataques pessoais ao high society lhe rendeu alguns cobres e eletrodomésticos, além de um carro usado, e o financiamento do apartamentinho pelo extinto BNH. Evitava chegar a esta conclusão, pois odiava a ideia de que todo mundo sabia que ela era mortal, e pior: pobre mortal. Dizem que sua fé era inabalável, independentemente para qual deus rezasse. Alguns mais aprofundados diziam que a quantidade de gatos na residência era para absorver toda sorte de pragas e ódios que lançavam sobre ela os colunáveis. Há quem diga que felinos são bons para-raios. Sabe-se lá. Dizem tantas coisas a respeito dela e de todo mundo. A língua é peçonha quase sempre, e altamente inflamável.

Não se sabe como exatamente, Mary Fuego foi marcada para morrer na fogueira. Há alguns dias, a companhia elétrica cortou sua luz, pois há dois meses não pagava a conta. Naqueles dias, a bebida era consumida em doses maiores. À noite, em sua cama, acendeu uma vela na cabeceira sobre o criado mudo. Ali, ficou a beber a garrafa de cachaça sem copo, preferindo o gargalo, iluminada pela pequena chama. Embriagou-se tanto que, sem paciência, despejava o álcool pela boca aberta que se espalhava pelo rosto, pescoço e colo. Banhou-se de cachaça, e zonza, meio que adormeceu. Os gatos ficaram aos seus pés. Já Amador, o gato amarelo de olhos amarelados preferiu a guarda da cama. Mary Fu adormeceu com a língua à mostra.

Sabe-se lá o que se passa na mente de um felino assombrado. Amador pulou da guarda até o criado-mudo, empurrou a vela acesa em direção ao rosto da colunista. A chama atingiu primeiro sua língua e rapidamente, se espalhou pela face e toda a cabeça. Um horror. Os gatos, desesperados, gritaram. Algum vizinho ouviu e pediu socorro. Começava ali a morte de Mary Fu.Uma cena triste e muito violenta, além de emblemática. Durou dias sua agonia sobre o leito do hospital público. Amador quis sua morte. Conseguiu. Ninguém foi ao seu enterro, dispensaram o velório. Com o rosto desfigurado era mais difícil dar “o último adeus”. Houve quem lamentasse esse fim, mas também houve muitas comemorações no melhor do sadismo. Piadas de humor negro não faltaram. Alguns (poucos) rezaram por ela e intecerderam para que se arrependesse de seus muitos pecados, e que o Criador a perdoasse e lhe desse uma nova chance, uma vida melhor e mais simples e sábia em outro plano espiritual.

Em meio à fogueira de tantas vaidades, ninguém cogitou uma última inquisição, a não ser o gato Amante. Com a casa vazia, nenhum dos outros gatos por ali ficou. Partiram daquela para melhor.

Da inutilidade da hipocrisia

O espaço de charges no blog é do Zé Renato e ninguém tasca, mas para começar bem o feriadão, nada como o traço incisivo de uma das tantas manifestações que pululam nas redes sociais contra a inutilidade da hipocrisia petralha…