
Depois que até os leitores deste blog passaram a ser plagiados sem crédito, três dias depois e com a risível pretensão de “exclusividade”, por blogueiros com pouco senso de ética ou ridículo, a leitora Luisa lembrou bem (aqui), que a cara de pau de hoje não é nova. Ela se referiu à possibilidade do vereador Dante Pinto Lucas (PDT) assumir a liderança da bancada governista de Nelson Nahim (PR), noticiada em primeira mão pelo blog (aqui), às 8h30 de 25 de agosto, que o Dotô Ctrl+C/Ctrl+V (como, egos à parte, o leitor Emir bem alcunhou aqui) chupou para cuspir como nota sua, só que às 15h17 do mesmo dia. Sem o devido crédito, o devido resgistro do plágio foi feito aqui, naquele mesmo dia.
Mas não é só o Ctrl+C/Ctrl+V que sustenta a febril produção blogueria do nosso caro Dotô. Ele também é conhecido como maior chutador da blogosfera local, só que quase sempre manda bem longe do gol. Foi o caso, por exemplo, quando anunciou, em 12 de agosto, que o vereador Jorge Magal (PMDB) teria ameaçado entregar a liderança da bancada governista, porque Nelson Nahim não teria comparecido numa reunião. Neste blog, tanto Nahim (aqui e aqui), quanto depois Magal (aqui), desmentiram a “notícia”, classificando-a como “fofoca” e “conversa fiada”. Isso dentro do que disseram destinado à publicação, pois as piadas em off sobre a credibilidade do blog em questão, por essa e outras tantas batatadas, foram bem mais pesadas, sobretudo por parte do prefeito.
Outro chute, este para fora do estádio, que se tornou piada conhecida em toda blogosfera, se refere ao anúncio feito pelo Dotô, em 30 de julho, de que o deputado federal Arnaldo Vianna (PDT) teria conseguido liminar para disputar sua reeleição. Arnaldo conseguiria, sim, a liminar, mas só em 30 de setembro. Ou seja: na ânsia de dar o furo, Dotô acabou furado em nada menos que dois meses.
Em 30 de julho, não houve sequer sessão do TRE, mas Dotô, mesmo militando no meio, não se deu ao trabalho de checar. Sua fonte? Uma pessoa que ligou para Arnaldo e perguntou: “E aí? Está tudo bem com sua candidatura?”. Ao que o deputado, por óbvio, respondeu: “Tudo certo!”. A mesma pessoa ligou para Dotô, que ao saber do diálogo, do alto de sua experiência como operador do direito e comunicador, noticiou que o ex-prefeito conseguira a liminar. Contrariado pelos fatos, no lugar de admitir o erro primário, preferiu jogar a culpa em cima da fonte. Na falta de humildade e ética que lhe é peculiar, sua emenda conseguiu ser ainda pior que seu soneto desastroso.
Esses são só alguns casos. Poderia citar vários outros, tanto do abominável Ctrl+C/Ctrl+V, quanto de chutes bisonhos, como de outro prática igualmente nociva: especulação sob uso de pseudônimos. Todavia, ficarei naqueles narrados acima, com datas e links para conferência devida do leitor. Bem evidenciados, são todos fatos. E contra eles, como sentenciou um advogado bem diferente, não há argumentos.
O que resta à discussão, não vale a pena, por ser questão pessoal. Neste foro, basta o conselho derradeiro do blog: Vai chorar no colo do papai, que é lugar quente!