Intenções de depois da reunião no Trianon
A partir da reunião da manhã de ontem, no foyer do Trianon, entre representantes dos artistas do município e a presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, Patricia Cordeiro (confira aqui), costurada pelo superintendente (ex-secretário) de Cultura Orávio de Campos Soares, a estilista Lívia Amorim, após o encontro, usou a democracia irrefreável das redes sociais para publicar aqui um texto, na forma de uma carta de intenções, que o blog pede licença para republicar…

A reunião de hoje (ontem, 17/07) me faz refletir em alguns aspectos:
1 – Deixar claro que não é só por 0,20 centavos, ou pelo gargalo da possível censura a Nelson Rodrigues que estamos militando. Mas por uma cidade que invista em cultura de fato;
2 – Deixar claro que as nossas críticas não são de cunho pessoal, mas muitas vezes as de quem defende o “governo” são. E não vamos tolerar ofensas ou ameças;
3 – Deixar claro que desejamos melhorias para toda classe artística, independente do segmento;
4 – Deixar claro que exigimos maior participação popular. Queremos vez e voz;
5 – Deixar claro que queremos legalidade e transparência nos processos de seleção e contratação dos artistas e obras;
6 – Deixar claro que exigimos a criação do fundo de cultura. E temos urgência.
7 – Deixar claro que exigimos a abertura de editais para seleção de projetos. Com lisura.
8 – Deixar claro que após a criação dos editais, o poder público irá se comprometer a somente destinar verba para projetos de cultura desta forma;
9 – Deixar claro que queremos um fórum permanente para negociações com representantes de todos os segmentos artísticos;
10 – Deixar claro que o Conselho Municipal de Cultura deverá ser 50 por cento de sociedade civil, 50 por cento de poder público. Pessoas que compõe o governo não podem ser representantes da sociedade civil no conselho, como acontece atualmente;
11 – Deixar claro que as novas formas de cultura, que foram inseridas pelo MinC sejam representadas nos fóruns e nos conselhos;
12 – Deixar claro que não iremos parar de reivindicar.
Atualização às 19h24: O texto de Lívia foi publicado antes aqui, no blog “Estou procurando o que fazer”.
















