Quando o Ctrl+C/Ctrl+V ganha os contornos do ridículo
Aqui, há uma semana, a vinda do vice-governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), hoje, para participar da campanha de Makhoul Moussallem (PT) a prefeito de Campos, foi anunciada em primeira mão pelo blog, quando ainda se esperava que junto também viesse o governador Sérgio Cabral (PMDB). Ontem, às 6h51 da manhã, a visita de Pezão foi novamente noticiada, aqui, neste “Opiniões”, já com a confirmação da nova ausência de Cabral. Como, nas duas vezes, pela importância do assunto, os posts mereceram links na página principal da Folha Online, é muito difícil que qualquer pessoa em Campos com acesso à net possa alegar não ter visto.
Ainda assim, aqui, às 23h49 de ontem, a notícia da vinda de Pezão foi replicada, sem o crédito devido à fonte original que a anunciou uma semana antes, da primeira vez, e quase 17 horas antes, no mesmo dia, da segunda vez. Colocar qualquer pinimba pessoal acima da ética profissional, portanto de caráter impessoal, que deveria ser exigida de um comunicador, sobretudo um com formação acadêmica de jornalista, já é algo extremamente desairoso. Mas como se trata de prática reincidente do copiador sobre o copiado (e com crédito dolosamente sonegado), a coisa já começa a ganhar os contornos do ridículo.












