Em seu pior momento até aqui, Bolsonaro já não mete medo em ninguém

 

Campanha “350 mil caixões fehcados com Bolsonaro” espalhada em 15 outdoors pelas ruas de Campos (Foto: Genilson Pessanha – Folha da Manhã)

 

 

Bolsonaro já não mete medo em ninguém

 

Lula está de volta ao jogo. Com a decisão do plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) da última quinta (15), por 8 votos a 3, foram anuladas as suas condenações na outrora louvada Lava Jato de Curitiba. Na dúvida se as ações recomeçarão nas primeiras instâncias federais de São Paulo ou Brasília, uma certeza: o líder petista recuperou seus direitos políticos. E, após ser preso e impedido de disputar as eleições presidenciais de 2018, disputará as de 2022. A hipótese de ser novamente condenado em primeira e segunda instâncias, embora possível, condenaria aos olhos do mundo o Estado Democrático de Direito no Brasil.

Já condenado aos olhos do mundo (confira aqui e aqui), onde o Brasil virou motivo de chacota, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sempre esteve no jogo da sua reeleição. Por ela agiu desde que assumiu o país em 1º de janeiro de 2019. O problema é que, desde lá, não desceu do palanque e esqueceu de governar. Como seu “mito” Donald Trump nos EUA, se elegeu com o uso desavexado de fake news nas redes sociais. E também pensou que bastaria passar quatro anos assim, para ganhar outros quatro nas urnas. No fenômeno que o hoje falecido filósofo italiano Umberto Eco vaticinou ainda em 2015: “as redes sociais deram voz a uma legião de imbecis”.

 

 

Um ano após Eco ecoar sua advertência, o termo fake news não seria criado pela academia, mas pela imprensa dos EUA, na eleição presidencial do país em 2016. Designava as notícias falsas contra a candidata democrata Hillary Clinton, favoráveis ao republicano Trump. Foram criadas por hackers recrutados no Leste da Europa por Vladimir Putin, presidente vitalício da Rússia. Ex-oficial da KGB, polícia secreta e política da ex-União Soviética, Putin queria retomar a influência russa sobre antigas repúblicas soviéticas, como a Geórgia e a Ucrânia, sem a interferência dos oito anos do governo democrata Barack Obama. Que correriam à rédea solta nos quatro anos de Trump.

A despeito da fidelidade canina a Trump por Bolsonaro, é equivocado supor que este introduziu as fake news na eleição presidencial brasileira em 2018. Quatro anos antes, catapultada pela morte do presidenciável Eduardo Campos em acidente de avião, sua vice Marina Silva assumiu a chapa do PSB e passou a pontear a corrida ao Palácio do Planalto. Era 2014 e ela foi a primeira a ameaçar de fato a polarização entre PSDB e PT, que então se revezavam no governo do Brasil há 20 anos, desde a eleição de Fernando Henrique Cardoso em 1994. E, mesmo ex-petista e sua ex-ministra do Meio Ambiente, Marina foi alvo de mentiras sórdidas do PT, de Dilma e de Lula na campanha.

 

 

Em 2014, dois anos antes da imprensa dos EUA criar o termo, as mentiras eleitorais do PT só não eram ainda chamadas de fake news. Nem tinham como principal veículo de difusão as redes sociais, mas a TV das campanhas hollywoodianas do partido, custeadas com dinheiro público. Se não criou as fake news, Bolsonaro passou a usá-las em escala exponencial nas redes sociais. Em esquema mais tarde transplantado ao governo no “gabinete do ódio”, alvo de investigação no STF e onde atua o vereador carioca Carlos Bolsonaro (Republicanos) — também conhecido como 03, Carluxo ou Tonho da Lua — em Brasília.

(Infográfico: Poder 360)

Não se entende o presente sem o passado. Como não se é capaz de projetar o futuro. A pouco mais de 17 meses de 2 de outubro de 2022, data prevista ao 1º turno do pleito presidencial, convém ecoar o poeta: “Ainda é cedo”. Todavia, se fosse hoje, Lula se elegeria presidente pela terceira vez com o pé nas costas. Na pesquisa mais recente, do site Poder 360, feita entre os dias 12 e 14 deste mês, com 3.500 pessoas em 512 municípios das 27 unidades da Federação, o líder petista (confira aqui) derrotaria Bolsonaro por 52% a 34% na simulação do 2º turno. É uma diferença de 18 pontos percentuais na consulta com margem de erro de 1,8 ponto, para mais ou menos.

Bolsonaro também perderia por muito na simulação de 2º turno para o apresentador Luciano Huck (sem partido), por 35% a 48% — diferença de 13 pontos. E não passaria do empate técnico com o ex-governador cearense Ciro Gomes (PDT), com o governador paulista João Doria (PSDB) e com o ex-juiz e seu ex-ministro da Justiça, Sergio Moro (sem partido). Para chegar ao 2º turno, entretanto, os quatro últimos nomes teriam que passar antes pelo 1º. Só que nenhum excede na pesquisa os 6 pontos de intenções de votos, enquanto Lula, com 34%, e Bolsonaro, com 31%, parecem hoje inalcançáveis a qualquer alternativa mais ao centro.

A mesma pesquisa mostrou (confira aqui) que Bolsonaro vive seu pior momento: 56% dos brasileiros desaprovam seu governo. Uma leitura mais atenta da consulta revela como o desgaste do presidente se espraiou pelo país. Se não há novidade na sua desaprovação na região Nordeste, tradicional bastião lulopetista, os 62% de rejeição que tem lá é o mesmo número negativo que já colhe também no Centro-Oeste. Centro também do agronegócio brasileiro que, em 2018, foi um bolsão bolsonarista, dando-lhe 66,5% dos votos válidos no 2º turno. E hoje dá a menor taxa de aprovação ao seu governo entre todas as regiões do país: apenas 21%. Mas não foi o único giro de 180º que o atual inquilino do Palácio do Planalto amargou em uma das suas principais bases de apoio.

No final de março, o capitão da reserva do Exército foi abandonado (confira aqui) pelo alto comando das Forças Armadas. Bolsonaro tirou do ministério da Defesa o general Fernando Azevedo e Silva. Mas, solidários a este, perdeu junto os comandantes do Exército, general Edson Pujol; da Marinha, almirante Ilques Barbosa; e da Aeronáutica, brigadeiro Antonio Carlos Moretti Bermudez. Foi a maior crise militar brasileira desde a demissão do general Sylvio Frota do ministério do Exército em 1977, pelo então general-presidente Ernesto Geisel. Que, em entrevista de 1993, classificaria (confira aqui) o já deputado federal Bolsonaro como “um caso completamente fora do normal, inclusive um mau militar”.

Ilustração de Vitor Flynn na capa do jornal francês Le Monde, na paródia gráfica do Brasil de Bolsonaro na Covid com uma icônica cena do filme “Dr. Fantásticio” (1964), única comédia do mestre do cinema Stanley Kubrick

Não é a única crise criada por Bolsonaro, nem a pior. Seu negacionismo e de seus seguidores diante da Covid transformaram o Brasil em um celeiro de novas variantes do vírus, onde tinha matado até ontem mais de 365 mil pessoas. Sem o significado humano de cada vida perdida, basta a análise fria dos números para constatar o assassínio em massa: com 2,7% da população da Terra, se seguíssemos a sua média, teríamos até agora 80.730 óbitos. Os demais 284.270 brasileiros mortos ficam na conta de quem age em relação à doença diferente do resto do mundo. E está aí a CPI da Pandemia no Senado, com minoria governista de quatro dos seus 11 integrantes, para cobrar a conta.

Como não há nada que não possa piorar, Bolsonaro teve seu ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, acusado esta semana de crime no desmatamento ilegal da Amazônia. A queixa foi formalizada pelo delegado federal Alexandre Saraiva, que era considerado bolsonarista e foi exonerado em represália da Superintendência da PF no Amazonas. Tudo isso a menos de uma semana da Cúpula do Clima nesta quarta (22) convocada pelo presidente dos EUA, Joe Biden. Cuja vitória eleitoral em novembro Bolsonaro foi um dos últimos líderes mundiais a reconhecer. E a quem chegou a ameaçar com “pólvora”, expondo o Brasil mais uma vez ao ridículo internacional.

 

 

Enquanto é acossado pelo Centrão, para furar o teto e suas promessas liberais de 2018 no Orçamento de 2021, ou perder o apoio do presidente da Câmara Federal, deputado Arthur Lira (PP/AL), que segura seus mais de 100 pedidos de impeachment, Bolsonaro voltou a rosnar contra a democracia. Na quarta (14), ele disse: “O Brasil está no limite. O pessoal fala que eu devo tomar uma providência. Eu estou aguardando o povo dar uma sinalização”. E voltou a verbalizar sua obsessão pela pólvora, uma invenção chinesa como ele e sua seita acusam ser a Covid, enquanto correm como “maricas” para tomar a vacina Coronavac, produzida pela China e responsável pela imensa maioria da lenta imunização brasileira. “Parece que é um barril de pólvora que está aí”, ameaçou Bolsonaro.

 

 

Como o mundo, 70% da população brasileira (30% ainda votariam na reeleição do atual presidente) e até as Forças Armadas já parecem cientes do barco a pique do governo federal, enquanto dois Titanics afundam e tiram vidas humanas todo dia no país, os novos tiros de festim do capitão repercutiram muito pouco.

A verdade é que Bolsonaro já não mete medo em ninguém.

 

Publicado hoje (17) na Folha da Manhã

 

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Este post tem 19 comentários

  1. Sandra

    Bolsonaro nunca teve intenção de amedrontar ninguém! Temerária é a atuação do stf que acaba de desferir mais um tapa na cara dos cidadãos de bem desse País liberando o ex presidiário e quadrilheiro para disputar as próximas eleições!!

    1. Aluysio Abreu Barbosa

      Cara Sandra,

      Se é o caso de Lula, o tempo dirá. Mas, com as exceções que confirmam a regra, cada “tapa na cara” dos autointintulados “cidadãos de bem deste país” é um favor que o STF presta à República.

      Grato pela participação!

      Aluysio

  2. Lewry Gulin Crivellaro

    Cara.
    A questão não é pró Bolsonaro.
    Vcs, ultraneocomunistas, travestidos de PSOListas, vão trazer o bandido de estimação de vcs de volta a baila.
    O brasileiro já vota no candidato menos pior, ou menos horrível (como preferir), há muitos anos, vide as sucessivas eleições para o executivo no estado RJ.
    Trazendo o Lula de volta, vcs conseguirão unir toda as linhas conservadoras do Brasil em torno de qualquer nome que tenha chance de derrubá-lo nas eleições.
    Vão unir bolsominions, lavajatistas, liberais, libertários, evangélicos e todas as vertentes não-progressistas.
    Vcs trazerem o Lula de volta é a maior chance de manutenção do conservadorismo.
    Façam isso, mesmo.
    Continuem nessa linha midiática, que ninguém mais dá ouvidos.
    Deu!!!
    Chega de ter bandido de estimação!!!

    1. Aluysio Abreu Barbosa

      Caro Lewry (é isso mesmo???),

      A questão não é ser pró-Bolsonaro. Mas é ser junto pró-rachadinhas, pró-imóveis milionários comprados em dinheiro vivo, pró-lavagem de dinheiro em loja de chocolate, pró-milícias, pró-queima de arquivo de milicianos, pró-Queiroz acoitado na casa de advogado da família presidencial, pró-interferência nas instituições, pró-queimadas criminosas na Amazônia e no Pantanal, pró-Brasil como principal epicentro e celeiro de variantes da Covid no planeta Terra, pró-373 mil mortos no país pela doença, pró-falta de vacinas, pró-remédios que não curam, pró-brasileiros morrendo sem oxigêncio ou sendo entubados sem sedação, pró-negacionismo da ciência, pró-Brasil como pária mundual, pró-porão da ditadura militar, pró-fake news, pró-gabinete do ódio, pró-vereador carioca e filhote presidencial despanchando nele como ministro em Brasília, pró-teocracia, pró-nazismo, pró-morte.
      Se, em passado recente, foi a falta de autocrítica do PT, após o desastre do governo Dilma, que criou Bolsonaro, tudo indica que será esse total descolamento da realidade personalizado por vc que levará Lula de volta ao poder. Como o PT fingiu não enxergar que Ciro era a única opção racional de derrotar Bolsonaro em 2018, será essa brincadeira sem graça de cabra-cega de gente como vc que provavelmente elegerá Lula em 2022. Caso insistam no abraço de afogado no radicalismo acéfalo e assassino do atual governo, ignorando a opção eleitoral mais viável ao centro, Lula poderá voltar ao Palácio do Planalto sem precisar sair de casa.

      Grato pela chance airmar o óbvio!

      Aluysio

  3. Lewry Gulin Crivellaro

    Sou médico, filho de outro médico.
    Meu pai lutava contra um câncer, há 13 anos.
    Ficou internado 20 dias, com problemas relacionados às complicações inerentes ao câncer que já tinha.
    Como médico, já estava vacinado.
    Durante a internação, teve proximidade com paciente que, depois, foi diagnosticado com Covid 19.
    Ao ser testado, seu RT-PCR foi positivo, porém, em momento algum, teve sinais e sintomas relacionados ao Covid.
    Qual minha surpresa, quando fui buscar a sua declaração de óbito e, como causa principal do óbito, constava o Covid 19!!!
    Trabalho com pacientes covid, há 1 ano.
    Acompanhei toda a sua internação.
    Morreu das metástases do seu câncer e não pudemos velá-lo por testar positivo para Covid 19, mesmo sem desenvolver a patologia.
    Afinal de contas, não existe a doença assintomática???
    Afinal de contas, a vacinação não protege contra as formas graves e diminui a necessidade de internações pela doença???
    Mesmo assim, em sua declaração de óbito, essa foi a sua causa mortis principal.
    Essa é mais uma prova contra os dados que vcs apontam!!!

    1. Aluysio Abreu Barbosa

      Caro doutor Lewry (é isso mesmo???)

      Com todo o respeito ao seu pai, se sua história é verdadeira, a “verdade” das suas “provas” lembra as que Trump dizia ter de “fraude” na coça eleitoral que tomou Biden nos EUA. Tanto lá, quanto aqui, conduzirão ao mesmo fim. Se é mesmo médico, tome vergonha na cara, honre seu juramento e defenda a vida.

      Grato pela chance de afirmar o óbvio!

      Aluysio

  4. Lewry Gulin Crivellaro

    Nao fui desrespeitoso.
    Não usei linguajar inadequado.
    Não há motivos para não liberar meus comentários.
    Aguardo sua moderação e/ou sensura!!!

    1. Aluysio Abreu Barbosa

      Caro Lewry (é isso mesmo???),

      Você usou linguajar inadequado ao desrespeitar o português. “Sensura”, doutor??? Camões só tinha um olho. Se vc furar, o coitado fica cego.

      Grato pela chance de abrir rindo a semana!

      Aluysio

  5. Cesar Peixoto

    Mesmo não satisfeito com a maneira de Bolsonaro está governando o país, se eleição fosse hoje eu votaria nele de novo.

  6. BRUNO MONTEIRO SILVA

    15 outdoor pago pelo sindicato! Kkkkkkk é normal essa gente ter raiva de Bolsonaro. Eles e os repórteres que viviam de mamata de dinheiro estatal.

    1. Aluysio Abreu Barbosa

      Caro Bruno Monteiro Silva,

      Se eu vivia da mamata estatal, esqueceram de me pagar. Por favor, mande uma cartinha a Bolsonaro, suplicante como a que ele mandou a Biden, e peça que me pague os atrasados, sem esquerecer dos juros. Com a volta da inflação no país, fruto das desastrosas conduções da pandemia e da economia, o dinheiro vai entrar bem.

      Grato pela alternativa de renda!

      Aluysio

  7. Cesar Peixoto

    Qualquer um que estivesse no lugar de Bolsonaro, a situação não seria diferente da atual, digo isso porque isso faz parte da nossa cultura, e as penas cometidas por qualquer cidadão no nosso pais são muito brandas.

    1. Aluysio Abreu Barbosa

      Caro Cesar Peixoto,

      Com todo o respeito, não é verdade. É a realidade inquestionável dos números, não questão de opinião. Como dito no texto, o Brasil tem 2,7% da população do mundo. O que, se o país seguise a média de mortes da pandemia de Covid no resto da Terra, inclusive nossos vizinhos da América do Sul, de cultura e problemas muito parecidos, nos daria 81.270 mortes pela doença. Como temos até aqui 374.657 óbitos, 293.387 dessas vidas de brasileiros perdidas estão na conta da condução negacionista e desastrosa de Bolsonaro. Que caberá à CPI do Senado cobrar.

      Grato pela participação!

      Aluysio

  8. Carlos

    Que favor o STF presta à República na sua opinião? Defender vagabundos? Soltar vagabundos? Francamente! Deixando de seguir a Folha da Manhã devido a matéria tendenciosa. Quero ver Lula sair às ruas e mostrar sua popularidade como o Bolsonaro mostra. Papel e mídias tendenciosas aceitam tudo! Difícil é expor a realidade!

    1. Aluysio Abreu Barbosa

      Caro Carlos,

      Você não comenta uma reportagem de noticário, que se pretende uma narração impessoal dos fatos; mas um artigo de opinião, que é uma análise dos fatos, portanto parcial. A ignorância que vc e os demais bolsonaristas demonstram da distinção entre opinião e noticiário, no qual se dividem há décadas todos os jornais do mundo, é uma evidência de que talvez nunca os tenham lido. Quanto ao “vagabundo” solto pelo STF, fiquei na dúvida sobre quem se refere: Lula ou Queiroz? Quanto à sua intenção de deixar de seguir a Folha, se vier acompanhada da promessa de que não vai mais comentar neste blog, conte com meu modesto apoio.

      Grato pela chance da exposição!

      Aluysio

  9. Alexandre Paiva

    Bom dia! Sugiro usar a metodologia da “análise fria dos números para constatar o assassínio em massa” também com os Estados Unidos. Em tese, a maior potência do planeta, comparando-se com um país de terceiro mundo, teria a obrigação de conseguir um desempenho muito melhor do que o nosso. Aguardando a publicação do resultado, caso naturalmente a sugestão em forma de desafio seja aceita. Um abraço.

    1. Aluysio Abreu Barbosa

      Caro Alexandre Paiva,

      A comparação com qual Estados Unidos? Os que eram governados por Trump, que saiu da Casa Branca deixando Bolsonaro com cara de cachorro caído do caminhão na mudança? Ou os EUA de Biden, que o presidente brasileiro ameaçou com “pólvora” e a quem agora mendiga ajuda financeira para preservar uma Amazônia vítima do seu ministro Ricardo Salles, denunciado como criminoso pela Polícia Federal? Leia e faça as contas você:

      https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2021/03/brasil-ultrapassa-eua-na-media-movel-de-mortes-por-covid-19.shtml

      https://www.bbc.com/portuguese/internacional-56663424

      https://oglobo.globo.com/mundo/falhas-de-trump-aumentaram-mortes-pela-covid-19-nos-eua-influenciaram-bolsonaro-diz-lancet-24878499

      https://www.poder360.com.br/internacional/governo-trump-elevou-mortes-por-covid-nos-eua-mostra-relatorio-da-lancet/

      Abç e grato pela chance de contrapor opinião com fato!

      Aluysio

  10. luis carlos

    Qual na desastrosa condução economia? Pelo que sei quem falava que economia agente via depois era a esquerda. Se é para ver depois, como estão cobrado agora com o mundo em crise com a pandemia?

    1. Aluysio Abreu Barbosa

      Caro Luis Carlos,

      Você faz compras todo o mês? Continua a comer carne ou frutas com a mesma frequência? Não vou nem perguntar se vê o povo brasileiro fazendo o mesmo. Pois se não tem empatia com o número das suas mortes desnecessárias pela Covid, difícil crer que teria pelo que comem os que sobrevivem. Na dúvida sobre a condução econômica do governo Bolsonaro, desastrosa também porque negligenciou o combate à pandemia, veja como avalia o “esquerdista” Banco Mundial, onde tem assento o “comunista” Abraham Weintraub, na comparação com os demais países da América Latina: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2021/03/banco-mundial-preve-brasil-entre-as-economias-com-pior-desempenho-na-america-latina-em-2021.shtml

      Grato pela chance da exemplificação!

      Aluysio

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