Novela de Betinho vice de Neco em São João da Barra

Prefeito de SJB, Neco, e o ex, Betinho Dauaire (montagem de Vitor Marques)
Casamento incerto entre o prefeito de SJB, Neco, e o ex, Betinho Dauaire (montagem de Vitor Marques)

 

 

Por Aluysio Abreu Barbosa

 

Foram três encontros e nenhuma conclusão. Neles, o prefeito de São João da Barra, José Amaro Martins de Souza, o Neco (PMDB), tentou reforçar sua candidatura à reeleição não só com a adesão do PR (aqui), mas também do ex-prefeito sanjoanense Betinho Dauaire (PR) como vice em sua chapa. Pelo PR, os encontros foram confirmados não só pelo próprio Betinho, como por seu filho, o deputado estadual Bruno Dauaire, e o principal cabo eleitoral deste em 2014, Wladimir Garotinho. Além dos três, quem também tenta articular a costura é Jorge Picciani (PMDB), presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) e desafeto político da ex-prefeita Carla Machado (PT), que deve ser a principal adversária de Neco em outubro.

Enquanto Betinho e Bruno ressaltam a ausência de evolução nas conversas com Neco, Wladimir não teve meias palavras ao dizer quem decidirá, ou não, pela aliança sanjoanense entre PR e PMDB:

— Quem vai decidir isso é Betinho. Essa coisa de que eu estaria articulando uma aliança por conta própria, sem passar por ele, não é verdade. O que aconteceu foi que eu estava passeando com minha esposa pela avenida do Carnaval em São João da Barra. Ao passar pelo camarote do prefeito, um amigo estava lá e me chamou. Subi, cumprimentei Neco, quando tiraram fotos, e levei lá uns 15 minutos. Poderia ter subido também no camarote de Carla, se alguém conhecido estivesse lá e me chamasse — explicou o filho de Garotinho, justificando a foto dele e Neco, publicada (aqui) em 9 de fevereiro, no blog do jornalista Alexandre Bastos, hospedado na Folha Online.

Quem também ressaltou que a aliança não está decidida é Bruno Dauaire. Apesar da proximidade com o presidente Picciani na Alerj, o jovem deputado ressaltou

— Foram três conversas e poucos avanços. Mas essa será uma decisão em conjunto, do meu pai e das nossas lideranças em São João, como o vereador Franquis Areas (PR), que a partir dessa definição fará também a sua, no sentido de buscar a reeleição à Câmara Municipal.

Por sua vez, Betinho ressaltou que foi Franquis, integrante da bancada governista no Legislativo sanjoanense, quem intermediou as reuniões com Neco:

— A pedido do vereador, discutimos as eleições de 2016 com o prefeito. Mas nenhum dos três encontros foi muito produtivo.

Neco estaria tentando adiar a definição do vice para não melindrar nenhum dos 11 partidos que o apoiam. Além do seu PMDB, o prefeito hoje tem fechados PSDB, Solidariedade, PDT, PTC, PSL, PSC, DEM, PRTB, PT do B e PRP. E, além do PR, ele negocia também com Rede e PMN.

 

Edição de hoje (25/02) da Folha na Foz
Edição de hoje (25/02) da Folha na Foz

 

Publicado hoje na Folha da Manhã

 

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Guarda Civil reboca carro de casal com bebê, mas libera bandalha na balada?

Wellingotn Levino, comandante da Guarda Municipal que apoia reboque do carro de casal que foi levar filho de um mês ao médico, mas deixa bandalha da balada correr solta nas noites de Campos (foto: divulgação)
Wellingotn Levino, comandante da Guarda Municipal que apoia reboque do carro de casal que foi levar filho de um mês ao médico, mas deixa bandalha da balada correr solta nas noites de Campos (foto: divulgação)

 

 

Flagrante da Guarda Municipal consumando reboque de carro no último sábado, mesmo após ser informada que seus ocupantes eram um casal que levara o filho de um mês ao médico (foto de Ricardo André Vasconcelos)
Flagrante da Guarda Municipal consumando reboque de carro no último sábado, mesmo após ser informada que seus ocupantes eram um casal que levara o filho de um mês ao médico (foto de Ricardo André Vasconcelos)

Wellington Levino. Este é o nome do comandante da briosa Guarda Municipal de Campos, que defendeu a ação dos seus homens, ao não interromperem o reboque de um carro pela empresa Pátio Norte, mesmo após os proprietários do veículo ainda no chão aparecerem: um casal com um bebê de apenas um mês no colo que, doente, havia sido levado pelos pais ao médico. O caso aconteceu na manhã do último sábado (20/02), na rua Alfeu Silva, quase esquina com 13 de Maio, no Centro.

Flagrado com fotos pelo jornalista e blogueiro Ricardo André Vasconcelos, que o divulgou inicialmente aqui, na democracia irrefreável das redes sociais, o caso foi repercutido pela Folha da Manhã, em sua edição dominical, quando se tornou o assunto mais acessado e comentado da Folha Online (aqui) naquele dia. Indagado sobre a falta de bom senso de seus homens, ao não liberarem o casal e seu bebê após a aplicação da multa, o intrépido Wellington Levino disse:

— Uma vez iniciado o processo de reboque, este não pode ser interrompido. A medida que o condutor comete uma infração, ele assume a responsabilidade de arcar com as devidas sanções administrativas.

Por sua vez, em comentário à postagem inicial de Ricardo nas redes sociais, a mãe do bebê, Carla Carvalho teve a dignidade de assumir aqui sua identidade, ato e motivo:

— Bom, o carro é meu. Sei bem que estacionei errado, mas quando você se encontra com um bebê de apenas 1 mês chorando com dor, nada importa pra uma mãe. Errei sim, mas quando eu e meu marido chegamos no local, o carro ainda estava todo no chão, conversamos com eles e eles sequer quiseram saber de nada (…) Enfim errei e terei que arcar com meu erro, mas largaria meu carro novamente em qualquer lugar pra socorrer meu filho ou qualquer outra pessoa que precisasse de ajuda.

Tudo isso devidamente relembrado e posto, resta saber onde estavam os diligentes guardas municipais de Campos, sob comando do zeloso Wellington Levino, na noite desta quarta-feira, na rua Pero de Góis, no Parque Tamandaré. Nesta noite, como em várias outras, frequentadores da casa noturna Tacada Certa, assim como taxistas à cata dos fregueses fugitivos da Lei Seca, fazem fila dupla, às vezes tripla na rua, sem ser importunados por quem quer que seja, nem aqueles que acionam e consumam o reboque de um carro no qual um casal de pais levou seu filho de um mês ao médico.

Na dúvida, confira os flagrantes feitos há alguns minutos da bandalha que se repete, numa tacada certa, nas baladas de quarta a domingo:

 

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Fila longa e dupla de táxis na noite desta quarta, como em várias outras na Pero de Góis, sem ser incomodada pela Guarda Municipal (foto de Aluysio Abreu Barbosa)

 

 

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Se a Guarda não aparece para fazer seu papel, a viatura da PM passa pelo desrespeito flagrante à lei como se nada estivesse acontecendo (foto de Aluysio Abreu Barbosa)

 

 

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Para atender à clientela do Tacada Certa, a lateral da esquina e dos canteiros da Pero de Góis são utilizados livremente como estacionamento em fila dupla (foto de Aluysio Abreu Barbosa)

 

 

Enquanto esta postagem era escrita, a fila dupla da bandalha se alongada tomando todo um quarteirão da pero de Góis (foto de Aluysio Abreu Barbosa)
Enquanto esta postagem era escrita, a fila dupla da bandalha se alongava pelo início de madrugada de quinta, tomando todo um quarteirão da Pero de Góis (foto de Aluysio Abreu Barbosa)

 

Atualizado às 9h49: Confira aqui, no Blog do Bastos, o flagrante recente, feito pelo radialista Cacau Borges, de um carro da intrépida Guarda Civil Municipal de Campos comandada por Wellinton Levino, estacionado sobre uma faixa de pedestre e com IPVA vencido.

 

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SJB: Novela de Betinho vice de Neco longe do capítulo final

Prefeito de SJB, Neco, e o ex, Betinho Dauaire (montagem de Vitor Marques)
Prefeito de SJB, Neco, e o ex, Betinho Dauaire (montagem de Vitor Marques)

 

“Quem vai definir o caminho do PR na eleição a prefeito de São João da Barra (SJB) é Betinho Dauaire”. Quem garante é Wladimir Garotinho, ex-presidente do PR em Campos e principal cabo eleitoral da eleição de Bruno Dauaire, filho do ex-prefeito sanjoanense, para deputado estadual em 2014. Agora, em 2016, Betinho está sendo cobiçado pelo prefeito de SJB, José Amaro de Souza, o Neco (PMDB), para ser o vice na chapa de reeleição em outubro.

As negociações de Neco com Betinho foram noticiadas aqui, na Folha, em matéria do jornalista Alexandre Bastos. Amanhã, confira  na Folha a cobertura completa dessa tentativa de costura sanjoanense, com os pontos e nós dados por Neco, Betinho, Bruno, Wladimir, além do presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), Jorge Picciani (PMDB).

 

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Time de futebol que definirá a sucessão de Rosinha

Para quem retornasse a Campos, alienígena da sua realidade no último mês, algumas parecem ser as questões cujas respostas terão papel fundamental na sucessão da prefeita Rosinha Garotinho (PR). Diante da única certeza de uma eleição em dois turnos, são elas:

 

 

Pôr do sol de 22 de fevereiro, na curva da Lapa (foto de Aluysio Abreu Barbosa)
Pôr do sol de 22 de fevereiro, na curva da Lapa (foto de Aluysio Abreu Barbosa)

 

 

1 –  Sem a capacidade oligárquica para aglutinar de alguém da família Garotinho,  como o candidato governista conterá a deserção dos preteridos no dia seguinte à sua escolha? Será um candidato? Serão dois? E os que não forem?

2 – Dada sua imensa rejeição entre os campistas, Garotinho (PR) vai conseguir não aparecer na campanha para não prejudicar seu(s) candidato(s), como fez em 2008 para que Rosinha (PR) pudesse vencer? E se ele mesmo vier candidato a vereador?

3 – Também a exemplo de 2008, quem será o Paulo Feijó (atual PR) no papel de candidato de apoio à principal candidatura governista, para fazer o trabalho sujo de desconstrução? Virá da governo ou da oposição?

4 –  Se Mauro Silva (atual PT do B) não for o candidato do PSDB, o gigante nacional e nanico local vai insistir mesmo na candidatura própria? E ela será mesmo independente?

5 – Geraldo Pudim (atual PMDB) conseguirá convencer alguém que não é um Cavalo de Tróia? Ex-aliado de Garotinho (PR), como seu atual padrinho, Jorge Picciani (PMDB), o que os impediria os três de voltarem a ser? E de ainda serem?

6 – Ainda sobre Picciani, quais nominatas já montadas ele irá simplesmente se apossar, de cima pra baixo, visando dar consistência à candidatura de Pudim? Os “possuídos” aceitarão ou exorcizarão a si da nova composição majoritária?

7 – Se o PT nacional e/ou estadual não aceitar(em) o apoio do diretório municipal a Rafael Diniz (PPS), como e onde caminharão os petistas de Campos, entre eles o vereador Marcão? O quanto Rafael sangraria sem o tempo de propaganda do PT?

8 – E em relação a Arnaldo e Caio Vianna (ambos do PDT)? O primeiro vai concorrer mais uma vez inelegível ou apoiar o filho? Na primeira opção, qual legenda: PDT ou PEN? Na segunda, Arnaldo conseguiria transferir seus votos a Caio? Hoje, ele quereria isso?

9 – Antes disputado na oposição, o apoio do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), que se elegeu batendo Marcello Crivella (PRB) com Garotinho em cinco das sete zonas eleitorais de Campos, hoje dá ou tira votos dentro do município?

10 – Com um governo estadual que parcela o 13º do servidor, e o governo federal zumbi de Dilma Rousseff (PT), de onde virá o aporte financeiro à oposição? Quais compromissos serão firmados para consegui-lo? É possível fazê-los e mudar a maneira de governar?

11 – A fogueira de vaidades da oposição, sempre muito mais ardente para si do que ao eleitor, não queimará ainda no primeiro turno as pontes necessárias para se vencer no segundo?

 

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Com voto de Bruno, Alerj aprova extinção da Fenorte

Fenorte

 

 

Bruno Dauaire (alerj)
Bruno Dauaire (foto de Carolina Lessa/ Alerj)

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj)  aprovou na tarde de hoje (23/02) projeto de lei proposto pelo governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) que extingue a Fundação Estadual do Norte Fluminense (Fenorte). De acordo com o projeto, as atribuições e estrutura da Fenorte serão transferidas para a Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf). Os servidores concursados da Fernorte, cerca de 100, também vão passar a integrar ao quadro técnico da universidade.

— A gente fica com o coração partido com a extinção da Fenorte, mas não havia outro caminho. É uma instituição de fomento que foi subutilizada, que muitas vezes serviu de cabide de emprego. Foi importante assegurar que os servidores da Fenorte, que estão entre os melhores quadros técnicos do Estado do Rio, passassem aos quadros da Uenf, como foi também garantir que a Uenf assuma os projetos focados no desenvolvimento regional, que era o objetivo da Fenorte — disse o deputado estadual Bruno Dauaire (PR), que votou favorável ao projeto.

 

Com base em material gerado pela jornalista Júlia Maria Assis, da assessoria do deputado. Confira amanhã a íntegra da matéria, na edição impressa da Folha.

 

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Lava Jato: Pimenta no acarajé dos outros é refresco

Todos sabem que o espaço para charges neste blog é do Zé Renato e ninguém tasca. Sobretudo depois que seus traços levaram este “Opiniões” nas costas, durante as minhas férias no último mês.

Batizada pela Polícia Federal (PF) de “Acarajé”, nome cifrado à propina cobrada de empreiteiras envolvidas no Petrolão para pagar obras do Instituto Lula e envidas em contas no exterior não declaradas, para saldar os custos da campanha eleitoral da presidente Dilma Rousseff (PT), a 23ª fase da Operação Lava Jato foi deflagrada ontem. Mas só hoje, ela rendeu a prisão do marqueteiro João Santana, vindo da República Dominicana e responsável pela campanha de reeleição de Lula (PT), além das duas da presidente Dilma Rousseff (PT) e dos presidentes venezuelanos Hugo Chávez (1954/2013) e Nicolás Maduro.

Pelos serviços prestados ao lutopetismo e ao bolivarismo, movimentos que na propaganda de Santana evoluíram o padrão de vida dos mais pobres no Brasil e Venezuela, ambos conduzidos por seus governantes à recessão, o marqueteiro que os elegeu teve seu patrimônio pessoal “evoluído” de R$ 1 milhão para R$ 54 milhões, entre 2004 e 2014, segundo os dados oficiais da Receita Federal brasileira. Em sua defesa, desde ontem, o marqueteiro baiano e filho de um ex-prefeito da Arena (partido dos militares na Ditadura), disse que o Brasil “vive um clima de perseguição”.

Diante à constatação, na boca de Santana, do discurso que ele mesmo montou à repetição ad nauseam de Dilma, Lula, Rui Falcão e outros petistas sobreviventes e (bem) menos cotados, melhor ceder ao riso provocado pelas charges do Miguel e do Amarildo, dois mestres na arte do Zé Renato:

 

Charge de Miguel
Charge do Miguel

 

 

Charge do Amarildo
Charge do Amarildo

 

 

Para saber mais da 23ª fase da Operação Java Jato da PF, leia aqui e aqui, no Blog do Arnaldo Neto

 

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David Bowie, choque cultural e homoafetividade abrem Cineclube Goitacá nesta quarta

Furyo

Homenagear o “Camaleão”, como era conhecido o cantor e ator inglês David Bowie (1947/2016), morto no último dia 10 de janeiro, é o principal motivo para a exibição às 19h30 desta quarta-feira, dia 17, no Cineclube Goitacá, do filme “Furyo, em nome da honra” (1983), dirigido pelo japonês Nagisa Oshima (1932/2013). Embora seja o papel mais importante da carreira de Bowie no cinema, esse drama de guerra ambientado num campo de prisioneiros japonês durante a II Guerra Mundial (1939/45) traz no choque cultural muitas vezes violento entre ocidentais e orientais, além da homoafetividade inevitável num ambiente exclusivamente masculino, os pontos mais promissores para esquentar o debate após a exibição do filme que abre a temporada de 2016 no Cineclube, sempre na sala 507 do edifício Medical Center, no cruzamento das ruas Conselheiro Otaviano e 13 de Maio.

Se o pop-star do rock Bowie interpreta o major britânico Jack Celliers, cabe a outro músico, Ryuichi Sakamoto, o papel do capitão Yonoi, comandante do campo de concentração. Sem esconder sua estranha atração por Celliers, ele tenta fazer deste o líder dos prisioneiros, mas é respondido com atos de insubordinação pelo alvo da sua afeição. Isso gera constrangimento entre os ocidentais, mas sobretudo para os japoneses, bastante cruéis por não terem assinado a Convenção de Genebra de 1929, que firmava condições humanitárias ao tratamento dos soldados inimigos capturados em guerra. E as cenas se aproximam do que foi na realidade, pois se baseiam no livro biográfico do holandês Lauren Van der Post, prisioneiro japonês na II Guerra.

Se a atribulada relação do “par romântico” vivido por Bowie e Sakamoto torna ainda mais tensas as relações na tela, cabe ao ator escocês Tom Conti servir de amortecedor, na pele do coronel britânico John Lawrence, que conhece o idioma e a cultura do Japão, tendo chegado a viver no país antes da II Guerra. Nessa função de tecla SAP cultural entre ocidentais e orientais, é ele quem batiza o filme em seu título original: “Merry Christmas, Mr. Lawrence”.

Síntese de toda a diferença entre as duas civilizações, mas também da sua humanidade comum, a felicitação do Natal inexistente na cultura japonesa é dita e repetida pelo personagem mais duro do filme: o sargento Hara. Interpretado brilhantemente por Takeshi Kitano, o papel serviu para abrir as portas do mundo a toda a capacidade dramática de quem era até então uma espécie de “Renato Aragão” do Japão. Tanto quanto Sakamoto, responsável também pela marcante trilha sonora do filme, já foi chamado de “Tom Jobim” daquele país insular.

Se, como ator e também diretor, Kitano depois reinventaria os filmes de gângster com “Brother” (2000), Sakamoto ganharia o Oscar pela trilha sonora de “O último imperador” (1987), do qual participa também como ator, dirigido pelo mestre italiano Bernardo Bertolucci.

Em outras palavras, a homenagem do Cineclube Goitacá é a David Bowie. Mas ao lado de Nagisa Oshima, Ryuichi Sakamoto, Tom Conti e Takeshi Kitano, o Camaleão raras vezes trocou de cores em tão boa companhia.

 

Confira o trailer do filme:

 

 

 

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