Neymar ignora Tite e xinga Thiago Silva, enquanto “parças” ofendem críticos

Neymar é um craque. Domina três fundamentos de união rara num atacante: drible, rapidez e visão de gol. Mas a maneira como o jogador e seu séquito se comportaram hoje é reprovável e preocupante. Primeiro, ele não ouviu as determinações expressas de Tite durante o Brasil 2×0 Costa Rica (aqui), quando o jogo ainda estava 0 a 0.
Neymar ignorou seu treinador e insistiu em reclamar do árbitro, que usou corretamente o VAR para anular o pênalti cavado pelo brasileiro. Depois, como menino mimado, socou a bola no chão e levou o merecido cartão amarelo. Antes, teve sua atitude infantil bem resumida em gesto com a mão pelo bom árbitro holandês Bjorn Kuipers: “fala demais, fala demais”.
Após a partida, capitão de hoje no rodízio da braçadeira da Seleção, Thiago Silva revelou ter sido xingado por Neymar durante a partida. O motivo? Quando o jogo ainda estava empatado no placar virgem, o zagueiro brasileiro devolveu uma bola posta para fora pela Costa Rica, após um dos seus jogadores desabarem, fazendo cera. E por isso foi xingado pelo companheiro de Seleção Brasileira e Paris Saint-Germain.
— Tenho ele como irmão mais novo, e procuro cuidar dele, dando conselhos. Hoje fiquei muito triste com ele. No momento que eu devolvi a bola, me xingou muito. Mas acho que estava certo, porque acho que estavam fazendo muita cera. Devolvi a bola, porque não seria aquela bola que faria a gente ganhar. Me sinto tranquilo em relação ao meu ato e fiquei muito triste com xingamento dele — externou Thiago Silva.


Enquanto isso, amigos de Neymar usaram as redes sociais para atacar o narrador Galvão Bueno e o ex-jogador e comentarista Walter Casagrande. O motivo? Os dois fizeram críticas à atitude do camisa 10 do Brasil na transmissão do jogo. Cristian Guedes, Gil Cebola, Adão Rosa e Pedro Velasco defenderam o seu “parça” usando palavrões e gestos obscenos para se referir a Galvão e Casagrande: “Sem mais, Filho da p…”, “chupa bando de anti”, “seus m…! Dupla de c… do c…”.
Às 15h da próxima quarta (27), é possível que a necessidade da Croácia em vencer, para continuar na Copa, abra espaços que o ataque brasileiro não teve contra a Suíça e, sobretudo, a Costa Rica. Mas, como se perder, o Brasil também pode voltar mais cedo da Rússia, os problemas brasileiros parecem ser mais complexos que os do campo.
Pouco importa que a Torre Eiffel tenha estampado o nome de Neymar, e seu ego acima disso, na sua contratação pelo Paris Saint-Germain. A disputa do jogador não é com Cristiano Ronaldo ou Lionel Messi pelo posto de melhor jogador do mundo. Nem mesmo com Philippe Coutinho, que assumiu nos dois jogos do Brasil o papel de protagonista esperado do camisa 10.
Essa camisa que Neymar veste na Seleção já pertenceu a Pelé e a Zico, jogadores aos quais jamais se igualará — nem que vença a Copa do Mundo. Começar por aí já seria um bom caminho.
Caso contrário, melhor chorar na cama do que no gramado.



A crítica ao modelo de atração de grandes empresas como instrumento de desenvolvimento está assentada em experiências frustradas, tais como o Distrito Industrial de Campos e o Fundo de Desenvolvimento de Campos (Fundecam), cujas expectativas eram de que o segmento industrial seria potencializado. Com base no desdobramento através do uso de recursos naturais para o desenvolvimento, o complexo industrial Farol/Barra do Furado e o porto do Açu, depois de uma década, estão longe das expectativas criadas.














